terça-feira, 17 de junho de 2008

Semana do Meio Ambiente 31 a 05/06/08 - Canema


A Escola de Ensino Fundamental Filomena Martins dos Santos aderiu a proposta da Secretaria do Meio Ambiente que seria realizar nas escolas o Roteiro ora estabelecida na cartinha do UNICEF- Edição 2008 sobre a coordenação da orientadora municipal Maria José de Farias através da temática “ Educação para convivência com o semi-árido” tendo como tema principal Cadê a Terra a Vegetação do Semi-Àrido.

A escola realizou dia 29/05/08 um planejamento geral com todos os professores da educação infantil ao 9° ano para planejar como seria a aplicação do roteiro acima citado e que estratégias utilizariam tendo em vista a diversidade de turmas e níveis os quais seriam trabalhados. Ficou decidido que trabalharíamos com roda de conversa, concurso de desenhos, produção de textos após a pesquisa de campo, confecção de murais e que cada professor planejaria conforme a realidade das turmas.

Ainda no planejamento a orientadora do UNICEF na escola senhora Valdirene Cruz do Nascimento apresentou aos docentes e gestores a programação da semana:Dia 31/05/08- abertura da Semana do Meio Ambiente com as pesquisas do quarto roteiro: Cadê a Terra e a Vegetação do semi-árido;fazendo o levantamento dos tipos de árvores que existem na rua onde moro e quantas árvores de da tipo existem? Pesquisar ainda sobre quais as árvores que existem no meu caminho de casa para a escola ; quantas árvores existem na minha casa, na casa da direita e na esquerda e quais benefícios que essas árvores trazem e para quem é o beneficio? No dia 03/06/08 aconteceu o desdobramento das duas pesquisas em sala de aula e aplicação da pesquisa sobre onde brincam as crianças de minha rua e o que as famílias fazem com as folhas das árvores, o desdobramento ocorreu dia 04/06/08 no inicio das aulas em cada turno.

Para fechar a semana ambiental aconteceu uma culminância – passeata das escolas até a Praça Afonso Fontes envolvendo todas as escolas municipais . Onde estavam presentes professores, alunos, gestores, pais, secretários municipais, o prefeito, a 1° dama do município e outras autoridades. O que nos fez feliz foi a oportunidade que tivemos em apresentar a comunidade cruzense o grupo de ambientalista mirim da escola através o “ Projeto Música na Escola”com a aluna Renata cantando a música Herdeiro do Futuro , após houve uma coreografia com a música Planeta Azul.E a fala da diretora Aurilene Vasconcelos Silveira palavras de incentivo foram mencionadas sobre o meio ambiente, agradecimentos foram feitos , observações realizadas tudo em prol da preservação ambiental. Em fim todas as escolas realizaram atividades voltadas para a temática bem como: aquecimento global, água, lixo, queimadas.
Foi maravilhoso ver a comunidade escolar reunida, não poderia esquecer a presença do José Bezerra secretário do Meio Ambiente o qual conduziu e recebeu muito bem as escolas e demais convidados e toda comunidade local, através de entrevistas e reportagens improvisadas por uma repórter e distribuição de mudas aos donos de bares presentes, diretores, representantes políticos e outra lideranças comunitárias. Acredito eu que o objetivo tenha sido alcançado posso falar da escola onde trabalho, do envolvimento dos alunos e professores e fim de todos nós. Ainda vale lembrar que dia 05/06/08 dia da ecologia realizamos distribuição de algumas mudas para comunidade de Canema as quais recebemos da secretaria do meio ambiente.

Enquanto mobilizadora tenho certeza que dei o melhor de mim para fazer acontecer na escola uma semana dinâmica e criativa tendo sempre como foco principal chamar atenção para s problemas ambientas que o planeta vem passando, pois sei que o trabalho em parceria faz a diferença e que nós somos os responsáveis enquanto educadores para mudar este quadro trágico do planeta TERRA!

Atenciosamente,

Valdirene Cruz do Nascimento
Orientadora da Escola
Cruz - 09/06/08

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Música na Escola - CEB Paulo Freire

Relatório sobre o “Curso de Música na Escola”

A música como atividade escolar, foi uma grande experiência na minha vida estudantil. Antes eu nada conhecia sobre a importância das notas/cifras musicais, hoje percebo que domino esse conhecimento e tenho melhorado muito a minha aprendizagem.

O Coral tem nos ajudado bastante, nele aprendemos exercícios importantes para aquecimento e relaxamento de nossas cordas vocais, melhorando sempre a qualidade da nossa voz.

O projeto “música na escola” foi como um raio de luz em minha vida, pois desde criança pequena gostava de cantar e sempre sonhava em um dia poder tocar um instrumento musical. Hoje me sinto feliz por ter realizado este sonho e mais ainda, de poder participar das festinhas da Escola, animando o ambiente com a música e o nosso canto, além de desenvolver não somente o nosso lado musical, mas a nossa concentração e auto-estima.

Ah! Não posso deixar de falar do nosso Blog, é isso aí, o blog do grupo musical! Nele colocamos nossos talentos, curiosidades sobre a música e mostramos também como funciona o projeto música na escola.
Termino este relatório falando que a música é demais, e se você tem um sonho, corra atrás!

Nome: Andresa Sousa de Araújo
Idade: 13 anos
Série: 8ª ano A
Escola: CEB Paulo Freire

No dia 1º de agosto de 2007, “eu” Sabrina Micheli Vasconcelos, descobri algo em mim que ainda não tinha percebido: uma voz boa para cantar. Entrei no grupo musical desta Escola, passei a conhecer melhor a professora de música (Andréa), que me incentivou a cantar e me fez perder um pouco de minha timidez. No dia 06 de fevereiro de 2008, entrei no curso de teclado e alguns meses depois entrei para o Coral. Minha vida se transformou, porque aprendi a gostar mais ainda da música, depois que comecei a cantar e tocar as músicas que tanto gosto.
Agradeço de coração ao Governo Municipal de Cruz por oferecer este maravilhoso curso nas escolas e também a minha professora Andréa por ter me ajudado a desenvolver meus talentos musicais.


Nome: Sabrina Micheli Vasconcelos
Idade: 12 anos
Escola: CEB Paulo Freire
Série: 8º ano A

Relatório - Escola de Caiçara

RELATÓRIO SOBRE O SEMI-ÁRIDO

Primeiramente montei minha equipe para ajudar na realização das pesquisas, ela é composta por 6 alunos. Depois nós que fazemos parte do projeto juntamente com a coordenadora geral da escola nos reunimos para decidir o que seria feito para incluir a comunidade nesse projeto e resolvemos fazer um programa de rádio, mas não deu certo pelo motivo da rádio não está em funcionamento em nossa comunidade.

Então resolvemos fazer uma exposição do tema nas salas de aulas e nas reuniões com os pais.
Depois realizei as pesquisas visitando casas de moradores da localidade. Meu último passo realizado até agora foi participar de um documentário realizado pela escola que contou com o apoio de ex-alunos e de moradores. O documentário era sobre o distrito de Caiçara, minha comunidade. Nesse documentário realizei pesquisas em postos de saúde, em escolas e visitei pontos turísticos do distrito de Caiçara.


ALUNA: BRUNA CRISTINA QUEIRÓZ
ESCOLA: EEF JOÃO LADISLAU DE PAULO MAGALHÃES - CAIÇARA

ZONA RURAL DO MUNICÍPIO DE CRUZ-CE.

Relatórios - Escola de Paraguai

RELATO DO TRABALHO REALIZADO COM AS PESQUISAS SOBRE O SEMI-ÁRIDO

Esta atividade foi desenvolvida em parceria com toda escola, lançada em todas as classes de 1º ao 9º ano, sendo trabalhada nas disciplinas de matemática com a 1º questão do roteiro do tema, em história e geografia as questões 2º, 3º e 4º e em Ciências a 5º questão.
Todos os alunos fizeram a pesquisa como tarefa de casa, em seguida os professores trabalharam com a apresentação das pesquisas, debates, roda de conversas, músicas, poesias, textos dissertativos e outros como nos propõem os desdobramentos de cada roteiro, da página 14.

Esse trabalho desenvolvido durante a Semana do Meio Ambiente foi muito proveitoso, pois deixou a comunidade infantil e adolescente mais informada, interessada e consciente, deixando-as mais participativas, sendo e se sentindo parte integrante do meio em que vivem.

A realização dessa pesquisa de montagem de tabelas e do gráfico de quantidades é uma pequena amostra do trabalho desenvolvido na turma do 6º ano único da escola acima identificada.

RELATÓRIO SOBRE AS CONDIÇÕES DAS ESCOLAS DO SEMI-ÁRIDO QUARTO ROTEIRO DO TEMA - EDUCAÇÃO PARA A CONVIVÊNCIA COM O SEMI-ÁRIDO

Todas as crianças e adolescentes que estudam na escola EEF João Evangelista da Cruz têm cadeiras e bancos para sentarem. Temos água encanada freqüentemente, pias para lavar as mãos, chuveiros já não existem mais, torneiras funcionam adequadamente, as bacias sanitárias tem descargas. Já quebraram umas, mais não faz tanta falta. Temos energia elétrica, fogão, botijão de gás, geladeira e freezer. A merenda é servida todos os dias, raramente houve falhas. As crianças e adolescentes, a maioria gostam das merendas. A escola é bem abastecida.

Os alunos e professores usam materiais que facilita a aprendizagem. Alguns alunos destroem os materiais didáticos. Os espaços para brincadeiras são bons. Temos quadra esportiva. O sol deixa a sala bem clara sem prejudicar a visão. O vento sobra ar além dos ventiladores, combogós e janelas. Há vagas suficientes. Não acontecem acidentes, em relação os transportes com os alunos.
Professores são suficientes. Raramente alunos faltam por motivos justos: Casos de doenças reuniões na sede em favor da escola... os alunos que estudam em outras escolas também tem tempo de brincar, a ajudar os pais em casa nas pequenas tarefas domésticas.
ALUNA: MARIA LEONEIDE DA SILVA - IDADE: 15 ANOS - SÉRIE - 9º ANO
ESCOLA: EEF JOÃO EVANGELISTA DA CRUZ - PARAGUAI, ZONA RURAL.

Relatórios - Escola de Paraguai

TEMA: CADÊ A TERRA E A VEGETAÇÃO DO SEMI-ÁRIDO?

1. QUAIS OS TIPOS DE ÁRVORES QUE EXISTEM EM MINHA CASA?
R. BANANEIRA, MAMOEIRO, CAJUEIRO, ATEIRA, GRAVIOLEIRA, URUCUZEIRO.

2. QUANTAS ÁRVORES EXISTEM DE CADA TIPO?

R. BANANEIRA 15, MAMOEIRO 2, CAJUEIRO 20, ATEIRA 1, GRAVIOLEIRA 6 E URUCUZEIRO 5.

3. QUEM PLANTOU AS ÁRVORES DA MINHA CASA?

R. MEU PAI E MEU AVÔ.

4. HÁ QUANTO TEMPO FORAM PLANTADAS?

R. 2 ANOS. OS CAJUEIROS TÊM 30 ANOS DE PLANTADOS.

5. QUAIS OS BENEFÍCIOS QUE AS ÁRVORES TRAZEM PARA AS PESSOAS DO LUGAR ONDE MORO E PARA A NATUREZA?

R. AS ÁRVORES TRAZEM PARA AS PESSOAS SEUS FRUTOS, CASTANHA, OXIGÊNIO, MADEIRA E ETC. E PARA A NATUREZA AS ÁRVORES SOLTAM SEUS FRUTOS E ESPALHA AS SEMENTES REPRODUZINDO MUITO MAIS ÁRVORES.

6. VERIFICAR COM A FAMÍLIA SE O MATO É QUEIMADO QUANDO HÁ O PREPARO PARA O PLANTIO SEM? NÃO? POR QUÊ?

R. SIM. PORQUE ACHAM QUE É O ÚNICO JEITO DE MATAR O MATO E PODER PLANTAR.
PESQUISA REALIZADA PELO ALUNO: MARCOS JOSÉ DO NASCIMENTO
IDADE -11 ANOS, TURMA: 6° ANO, EEF JOÃO EVANGELISTA DA CRUZ – PARAGUAI, ZONA RURAL DO MUNICÍPIO DE CRUZ-CE.
TEMA DA PESQUISA - CADÊ A TERRA E A VEGETAÇÃO DO SEMI-ÁRIDO?

Pela pesquisa realizada descobri que existem 375 cajueiros, 102 coqueiros, 41 laranjeiras, 37 goiabeiras, 57 mangueiras, 42 mamoeiros, 22 limoeiros, 309 bananeiras e 24 aceroleiras em minha comunidade. Esta pesquisa foi realizada em campo pelos alunos da escola.
PESQUISA FEITA PELO ALUNO JOSÉ ADAILTON DE SOUSA
IDADE: 12 ANOS - DATA DA REALIZAÇÃO DA PESQUISA: 10 DE JUNHO DE 2008
SÉRIE: 6º ANO
ESCOLA: EEF JOÃO EVANGELISTA DA CRUZ - PARAGUAI, ZONA RURAL.

Relatórios - Escola de Lagoa Velha

TEMA: EDUCAÇÃO PARA A CONVIVÊNCIA COM O SEMI-ÁRIDO
ALUNA: MARIA KEILIANE NASCIMENTO, 9º ANO
IDADE: 13 ANOS, EEF BERNARDINO JOSÉ DO NASCIMENTO

Realizamos uma pesquisa para sabermos as condições de vida das crianças na comunidade de Lagoa Velha, zona rural do município de Cruz. Encontramos três crianças de até seis meses sendo amamentados, todos possuem registro e o nome do pai consta no mesmo, a maioria das casas da comunidade recebem água encanada de um poço profundo e outros das cacimbas, as águas recebem tratamento em casa, é fervida ou então é filtrada, contendo hipoclorito de sódio.
Quanto a arborização, as casas têm uma grande variedade de plantas que proporcionam sombras para as crianças brincarem. Com relação ao lixo produzido na comunidade é queimado ou enterrado, poucos são jogados à céu aberto.
As águas usadas em casa escorrem para as plantas para serem reaproveitadas ou escorrem no solo, não temos sistema de esgoto. Cada família é responsável pelo lixo que produz.


ALUNA: MARIA KELIANE NASCIMENTO
IDADE: 13 ANOS, SÉRIE: 9º ANO
EEF BERNARDINO JOSÉ VASCONCELOS

Realizamos duas reuniões para discutir o tema Educação para a Convivência com o Semi-Árido, o primeiro encontro foi para formar os grupos. O segundo foi para elaborar o Plano de Trabalho. Trabalhamos o primeiro roteiro em todas as salas observamos o ambiente escolar, fizemos entrevistas com professores, merendeiras e a coordenadoras, Naísa orientou sobre como fazer o relatório, sobre as condições das escolas do Semi-Árido e como as crianças estão sendo recebidas.
Na semana do dia 26 a 30 de maio estamos trabalhando o 1º e o 2º roteiro fazendo as pesquisas e entrevistas nas casas. Estamos preparando para a semana do meio ambiente trabalhar o 4º roteiro, com uma programação diária na rádio escolar com poesias, entrevistas, paródias e teatros. Encerrando dia 5 de junho com uma feira ecológica.

Relatórios - Escola de Solidão - Semi - Árido

NATUREZA EM BUSCA DE SUA PRESERVAÇÃO
ALUNA: ROSÂNGELA MARIA DA SILVA, SÉRIE: 9º ANO
IDADE: 14 ANOS, EEF PEDRO MARQUES DA CUNHA

A escola onde estudo vem trabalhando o meio ambiente junto com os alunos. Nós fomos conhecer uma reserva ambiental, que no caso é o lugar onde moro, que é Santa Rosa, conhecida como Lagoinha. Lá conhecemos as plantações dos agricultores: como a abóbora, milho, feijão, melancia, roça e entre outras, e as principais vegetações predominantes que é rasteira.

Também tivemos a oportunidade de conhecer o Parque Nacional de jericoacoara, onde fomos para o chamado Berço, que tinha vários tipos de peixes: caranguejo, a famosa “ Maria Farinha”, etc. Depois fomos nas dunas, avistando uma paisagem belíssima com vista pro mar.
Se todos preservassem a natureza não haveria tanta extinção, desperdício de água, extinção de plantas e animais.

RELATÓRIO SOBRE A COLETA SELETIVA NA COMUNIDADE
ALUNO: FRANCISCO JAILSON SOUSA MOURA
SÉRIE: 8º ANO, IDADE: 13 ANOS
EEF PEDRO MARQUES DA CUNHA

Eu acho muito importante a coleta seletiva na escola porque todas as famílias participam da coleta seletiva, assim o nosso lugar fica mais limpo e diminui algumas doenças como dengue.

Tem uma carroça na comunidade que carrega os lixos pra nossa escola que fica dentro do PEVI (POSTO DE ENTREGA VOLUNTÁRIA) da escola, e todas as últimas quintas-feiras do mês, passa um caminhão buscando esse lixo na escola.
E leva pra fábrica na Cruz e lá passa por vários processos e a escola fica muito feliz com isso, porque o nosso meio ambiente fica mais saudável e mais rico. Tem lugar que não participa da coleta seletiva, isso não faz bem pra nós mesmos porque se não participar podem pegar várias doenças graves.

Há! teve um tempo que a escola fez uma gincana com os alunos que traziam mais lixo seletivo ganhando um cupom e quando chegou ao fim dessa gincana quem tinha mais cupom ganhou um prêmio.

NATUREZA É VIDA
ALUNA: MARIA DANIELE FREITAS, SÉRIE: 9º ANO
IDADE: 13 ANOS, EEF PEDRO MARQUES DA CUNHA

A escola onde estudo sempre fala sobre a natureza, o quanto ela é importante para nós. Se a cada dia as pessoas destroem a natureza, ela vai se acabando aos poucos, quando formos parar para ver o problema que estamos causando é tarde demais. Cada um de nós deve preservar o que Deus nos deu com muito amor e carinho, que é a natureza.
Muitas pessoas fazem é destruir, pois eles não sabem o quanto ela é útil a nossa vida. Eles não pensam no futuro dos filhos, se continuarem assim estão com graves problemas.

As plantas e os animais estão em extinção por causa dos homens que não souberam dar valor o que a natureza nos oferece tudo de bom.

Pesquisas - Semi-árido - CEB Maria Pereira Brandão

O Semi-Árido tem o objetivo de mostrar como anda a saúde e o lazer da comunidade do nosso município. O GT (Grupo de Trabalho) realizou entrevistas no dia treze de Maio de 2008 em nove casas. Percebemos então que há pouca mortalidade infantil, entre essas nove casas há apenas uma mortalidade.
Antes as pessoas daquela comunidade de Brasília tinham um mau atendimento médico, mas agora está tudo melhorando. As casas estão recebendo água encanada e apenas três não recebem.
O lixo está sendo reciclado pelos moradores que estão conscientes que isso é para o bem da comunidade. O semi-árido junto com as campanhas que fazemos, está conscientizando e cada vez mais melhorando a vida de todos os moradores do bairro de Brasília deste nosso município de Cruz.

Aluna: Amanda Vasconcelos do Nascimento
8º Ano C
Escola: CEB Maria Pereira Brandão

Pesquisa sobre arvores da Cidade de Cruz - CEB Maria Pereira Brandão

Os alunos das turmas do 4º, 5º e 9º ano da escola Maria Pereira Brandão, Centro, realizaram atividades na Semana do Meio Ambiente com as pesquisas do quarto roteiro do tema: Cadê a terra e a vegetação do Semi-Árido? Fazendo o levantamento sobre os tipos de árvores existentes nas ruas onde moram e sua quantidade. Estes são os resultados das pesquisas:
  • Na Rua Avenida Muniz, 12 pés de Beijamim, 01 de castanhola, 01 de cajueiro, 01 de pinhão, 02 de carnaubeira, 46 de nim indiano e 07 rabu de tatu.
  • Na Rua Francisco Muniz, 02 de cajueiro, 01 de sabiá, 01 de tamarindo e 01 de coqueiro.
  • Na Rua Monsenhor Sabino, 20 de beijamim e 01 de jambo.
  • Rua Francisco Pereira, 01 de cajueiro, 01 de palmeira, 01 de coqueiro e 01 de mangueira. Rua Laura Magalhães, 07 de beijamim e 07 de nim indiano.
  • Na Avenida Tenente Albano, 01 de tamarindo, 11 de beijamim e 01 de castanhola.
  • Na Rua São Francisco, 02 de flaboyam, 02 de castanhola, 02 de cajueiro e 05 de nim indiano.
  • Na Rua 07 de Setembro, 04 de beijamim e 06 de palmeira.
  • Na Rua Celso Araújo, 13 de beijamim, 02 de jambo e 12 de nim indiano.
  • Na Rua Miguel Inácio, 07 Beijamim e 02 carnaubeira.
  • Rua Padre Valderi, 01 de cajueiro, 06 de castanhola e 20 de nim indiano.
  • Na Rua Duca Silveira, 06 pés de nim indiano.
  • Na Rua Bernardino Albuquerque, 03 pés de beijamim.
  • Rua Beira Rio, 01 pé de pinhão e 01 de mangueira.
  • Na Rua Vicente Justo, 05 de carnaubeira e 15 de nim indiano.
  • Na Rua presidente Juscelino, 02 de beijamim, 05 de nim indiano e 05 de carnaubeira.
  • Na Rua Tenente José Muniz, 21 de nim indiano e 03 de pau-brasil.
  • Na Avenida 14 de Janeiro, 25 pés de outras árvores nos canteiros centrais.
  • Na Rua Cândido Pinto, 05 de beijamim.
  • Na Rua Vereador Mundico Martins, castanhola 05, pau-brasil 03, 01 de beijamim e 01 de mangueira.
  • Na Avenida João Muniz, 16 pés de outros tipos de árvores.
  • Na Rua José Malaquias, 03 de beijamim e 02 de carnaubeira.
  • Na Rua Celso Patrício, 06 de carnaubeira e 06 de cajueiro.
  • Na Rua Assis Silveira, 25 de jasmim e 03 de carnaubeira.
  • Na Travessa José Malaquias 05 pés de nim indiano e na Rua Ezequiel Vasconcelos, 03 de castanhola e 03 pés de eucalipto.

texto sobre Cultura Afro-Brasileira e Indigena e Esporte e Cidadania.

Na manhã do dia 06 de junho os alunos do 6° ao 9° ano tiveram a oportunidade de conhecer o professor Evaldo que veio na companhia do professor Edson. Para nós foi motivo de alegria, ele falou bastante sobre a cultura Afro-Brasileira e Indígena, também disse ele que as pesquisas e entrevistas de campo era importante que toda escola realize, Evaldo foi muito gentil com os alunos nas brincadeiras de grupo.

O grupo dele foi o vencedor em relação ao grupo de capoeira foi dez, pois o professor Ligerinho mostrou que tem muita capacidade por meio dos alunos, todos da escola gostaram.

Eu gostaria que o professor Edson voltasse mais vezes, pois a tia Regina disse que ia ter muita brincadeira e só brincamos duas, sei que são muitas escolas para vocês visitarem, mas mesmo assim ,não esqueça da nossa escola, sucesso no trabalho, e vamos mais uma vez lutar para ganharmos o SELO UNICEF.

EEF Artidouro Mendes de Sousa
Aluno: Maria Daniele da Silveira
11 Anos
7° Ano

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Continuação da Entrevista com a comunidade de Tucuns

No dia 03 de Junho de 2008, saímos da Escola E.F.Filomeno Freitas Vasconcelos, às 14:00 hs mais ou menos, para entrevistar pessoas ou locais.

Entrevistamos a seguinte pessoa: Maria Irene Andrade.
Os que foram entrevistar são: Sávio, Aparecida e Vanessa e também nos acompanhou: tia Zezinha e tia Elciane.

Sávio Hércules Farias.
10 anos.
6° ano.
E.E.F. Filomeno Freitas Vasconcelos.
13 de Junho de 2008.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

O Projeto Música na minha escola - Canema


RELATÓRIO -
“Projeto Música na Escola” O Projeto Música na Escola é muito bem trabalhado, pois temos uma sala de música equipada e é nela que acontece o curso de teclado, violão e encontro dos dois corais tanto de crianças como dos adolescentes.
O curso é ótimo, os horários são bem divididos e os instrumentos tam
bém, e o professor dar chance para aquelas crianças mais pequenas e carentes aprenderem música e descobrirem seus talentos.

O Coral Anjos de Deus também é excelente, eu participo e ainda faço curso de violão, a gente faz apresentações dentro e fora da escola. O Coral tem dois dias para ensaio: as terças e quinta-feiras das 17h às 18 horas, somos acompanhados pela presidente do Conselho Escolar, Maria Marluce Vasconcelos nas terças e quinta-feira pela diretora pedagógica Valdirene Cruz do Nascimento. A mesma também é coordenadora do Projeto de Música na Escola. O mais interessante é que somos bem aceitos na comunidade escolar , a diretora senhora Maria Aurilene Vasconcelos Silveira também ajuda apoiando o professor, a coordenadora e a nós. E com todo este apoio e incentivo dos professores tentamos sempre fazer o melhor para aprender e retribuir tanta dedicação e confiança a nós depositada.

Aproveito para declarar que nosso professor Lidonildo não somente aplica a prática mas a teoria, fazendo avaliações escritas, percebendo que tinha muitas crianças com voz bonita criou o Coral Mirim “ Mensageiros Divino” que ensaia às terças-feiras das 15:30 às 16:30h. Isso mostra que para aprender música não tem idade, mais força de vontade. Lembrando que, o Coral Anjos de Deus iniciou com a professora Deusina, depois veio o professor Mauricélio, o Elói, a ajuda da amiga da escola Katiane Teixeira e por fim o nosso atual professor Lidonildo Pereira. Somos gratos a todos e quero terminar dizendo que tudo isso nos faz amadurecer e seguir em frente com a música na nossa alma e no coração. Aluna: Laira da Silva Ferreira - 12 anos Serie: 6°Ano B Turno: Tarde

EEF Filomena Martins dos Santos - Canema Professora: Maria Deusina Vasconcelos Cruz- 09/06/08

Apoio:

terça-feira, 10 de junho de 2008

Entrevista filmada em Caiçara de Baixo - Comunidade Afro-Descendente de Cruz

A EEF João Ladislau de Paulo Magalhães realizou uma entrevista com Dona Cleonice conhecida como Cléa, da localidade de Caiçara de Baixo, com a equipe do Selo Unicef: Andreza, Graziele, adolescentes do grupo, Janaina, Evaldo e Branco. A mesma foi realizada no dia 04 (quatro) de junho de 2008 ), com o tema: Cultura Afro-descendente.
Em seguida, Dona Cléa fez uma outra reportagem com Dona Socorro Rios a representante mais antiga da comunidade.

Elas falaram de suas vindas para esse lugar que permanecem até hoje. De seus antecedentes e de toda sua cultura no geral. A comunidade é composta por 03 (três) famílias de origem negra que formam uma só família dentro da comunidade local.

Esse trabalho ainda falta ser concluído com o mapeamento das manifestações culturais desse povo. É uma ação para a realização da conquista do Selo Unicef, que já é, a 3ª (terceira) edição com essa edição de 2008.

Caiçara de Baixo onde estamos desenvolvendo um trabalho de pesquisa cultural, é onde está inserida a maior população do povo negro do município de Cruz, com costumes e atividades sociais puramente afro-brasileiros.
Portanto, esse trabalho é de fundamental importância para nosso conhecimento e valorização da cultura negra.
ESCOLA JOÃO LADISLAU DE PAULO MAGALHÃES - CAIÇARA
Caiçara, 05 de Junho de 2008

Produção Textual - Cultura e Identidade - Cedro

CULTURA E IDENTIDADE AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA

Para começar você sabe o que é cultura? Cultura é um conjunto de tradições como: a culinária, as danças, as manifestações folclóricas, as lendas, as brincadeiras, o artesanato etc. Enfim, cultura é todo tipo de conhecimento, costumes e valores que se transmite de geração a geração. Se nós pararmos para observar as pessoas que vivem em nosso município e as que aparecem na televisão iremos notar uma variedade de tipos físicos, brancos, louros, negros, indígenas e por que nós temos preconceito? Se somos todos filhos de Deus para que isso? Se somos todos irmãos temos é que viver com alegria e saber respeitar o próximo, ou seja, um afro-descendente.

Aluna Representante do GT de Adolescentes do tema Cultura e Identidade
Géssica Bruna Silveira
Turma: 9º ano
EEF Artidouro Mendes de Sousa - Cedro

Relatos - Cadê a Terra e a Vegetação do Semi-Árido? Escola de Canema

RELATOS DE ADOLESCENTES SOBRE O TEMA DO QUARTO ROTEIRO:

1.Cadê a Terra e a Vegetação do Semi-árido?


Cruz é um lugar muito bom de se viver. Para começar temos vários tipos de plantas e os animais são diversificados. Nossa cidade é um lugar com muitas árvores interessantes como, por exemplo: a goiabeira, que nos beneficia com goiabas e com elas podemos fazer doces e sucos.

Nossa vegetação é muito boa. Pessoas possuem vários tipos de plantas e temos muitas em comum, uns possuem pé de Nim Indiano, mas outros preferem plantar árvores que realmente dêem algum benefício que sirva para nós seres humanos, plantam plantas nativas.

Vegetação do semi-árido. O que você entende sobre esse tema? A vegetação do semi-árido é tudo o que Cruz tem de plantas, animais e os cuidados que as pessoas devem ter através de muitas árvores existentes em suas casas e cada vez mais fazendo com que Cruz fique um lugar muito bem cuidado pelo nosso meio ambiente.

Aluna: Cilmara Amanda Nascimento
EEF Filomena Martins dos Santos – CANEMA


2. CADÊ A TERRA E A VEGETAÇÃ DO SEMI-ÁRIDO?

No município de Cruz predomina o Semi-Árido que é exatamente o que está sendo trabalhado no Selo Unicef – Edição de 2008.

No clima Semi-Árido há várias vegetações, dependendo também da quantidade exposta excessivamente ao sol. No município de Cruz o clima é ameno, por isso, há várias vegetações, tais como coqueiros, nim, carnaúbas, juazeiros, mangueiras, entre outras. Na pesquisa que realizamos podemos perceber a enorme quantidade de coqueiros e pés de benjamins encontrados em quase todas as casas.

Ao andar pelo município percebemos que o mesmo é bastante arborizado, devido a isto é merecedor do Selo Município Verde que já vem ganhando alguns anos consecutivos.

ALUNA: BRENA BEATRIZ NASCIMENTO - 9º ANO

PROFESSOR: AFONSO HENRIQUE MUNIZ NASCIMENTO
ESCOLA: EEF FILOMENA MARTINS DOS SANTOS


3. CADÊ A TERRA E A VEGETAÇÃ DO SEMI-ÁRIDO?

Meio Ambiente não é só a natureza, é também nossa casa, onde estamos vivendo brincando e crescendo. Ele é nosso planeta terra, plantas, mar, bichos, serras, árvores e tudo que está ao nosso ponto de vista.


É uma pouca vergonha, aliás, pouca não, muita vergonha digo assim, o que estão fazendo com nosso meio ambiente, as queimadas, destruição de árvores, desde cortes ilegais e até a venda de nossa Amazônia.

Em um mês a Amazônia perdeu área equivalente à do município do Rio. Foram desmatadas em abril, 1. 123 km2 de nossa floresta. Precisamos conscientizar a população em geral, é incrível, mas ainda hoje há pessoas que desconhecem o valor do nosso meio ambiente, por falta de informação, simplesmente ignoram muitas ações que trariam benefícios a todos. Através de murais, cartazes criativos e muitas outras formas podemos mobilizar crianças, jovens e terceira idade sobre essa importância.
Faça sua parte! Eu já comecei a fazer a minha.

ALUNA: BIANCA RÉGIA SILVA - 9º ANO
PROFESSOR: AFONSO
ESCOLA: EEF FILOMENA MARTINS DOS SANTOS

Relatório Poço Doce I - Semi-Árido

Relatório do tema Semi-Árido - Selo Unicef

Estivemos reunidos na Escola de Poço Doce I, já foram cinco encontros realizados, na 4ª vez teve a participação do coordenador e professores para ajudar na hora da pesquisa, com quatro dias depois saímos eu e meus colegas para responder os roteiros.


Respondemos o primeiro e o segundo roteiro em quatro comunidades que tem alunos estudando nesta escola e o terceiro roteiro respondemos na escola mesmo.
Na quinta reunião, falamos e fizemos o jornal mural para as demais pessoas verem que a escola está tendo esforço para conquistar o selo unicef. E que para mim foi muito legal este trabalho de pesquisa, pois tiramos fotos e filmamos em algumas casas na hora das entrevistas.

Aluno: Silvano Gean
Escola: Poço Doce I

Produção Textual - Corrégo da Poeira - Semi-Árido

POESIA SOBRE A ESCOLA EM RESPOSTA AS PESGUNTAS DO TERCEIRO ROTEIRO DO TEMA EDUCAÇAO PARA A CONVIVÊNCIA COM O SEMI-ÁRIDO

Minha escola tem carteiras
Onde posso me sentar
Tem água encanada
Para os alunos usar.

Lá também tem torneiras
Que funcionam com facilidade
Todos podemos usar
Com muita tranqüilidade.

Os banheiros são pequenos
Mas dá para usar
As descargas funcionam
E não podemos quebrar.

Têm pias, mas são pequenas
Mas dá pra utilizar
Isso não é um problema
Pois dá pra solucionar.

A energia nós temos
Mas pouco vamos precisar
Pois a luz do sol
Está sempre a clarear.


A merenda é servida
Em todas as semanas
E é muito diversificada
Pois isso achamos bacana.

Todos têm livros didáticos
Para melhor estudar
Os professores também têm
Para muito ensinar.

Tem espaço para brincar
Na nossa recreação
Brincamos todos juntos
Com muita satisfação.

Não tem campo e nem quadra
Mas jogamos futebol
Em um espaço pequeno
Que dá pra fazer um gol.

Tem jardim, mas é pequeno
Porque não tem um lugar
Também tem uma horta
Que muito vai precisar.

Aluno: Natanael Leandro Vasconcelos Nascimento
Idade: 11 anos
Série: 6º ano
Professora: Maria Josineuda dos Santos
Escola: EEF Raimundo Luis da Silveira (Córrego da Poeira, Zona Rural do Município

RELATO DE UM ADOLESCENTE - MEIO AMBIENTE - ESCOLA DE CANEMA

O Município de Cruz tem uma vegetação rica com várias espécies de plantas nativas, todas essas plantas têm benefícios e malefícios. Os benefícios são: elas dão sombra, frutas, moradias para os pássaros, etc. Os malefícios é que algumas dessas plantas, as raízes racham calçadas e chegam a derrubar paredes. As frutas que elas dão não servem só pra nós seres humanos comermos, mas também para os pássaros.

Mas para o meio ambiente ter ar fresco e puro não basta só ter muitas plantas, precisa ser limpo, sem lixo nas ruas, também temos que reaproveitar os lixos, devemos ser conscientes que lugar de lixo é no lixo, e não nas ruas poluindo o meio ambiente.

Se você está com lixo e não tem onde colocar, não jogue nas ruas, guarde, quando você encontrar algum lugar para jogar, alguma lixeira que você ver, coloque na lixeira, pois assim estará fazendo sua parte. Procure não derrubar árvores para o ambiente ficar mais verde, bonito e saudável, deve também evitar queimadas, pois cada um fazendo sua parte e mundo ficará melhor.

Aluno: Henrique Magno de Freitas Nascimento
Escola: EEF Filomena Martins dos Santos – CANEMA

"Relatório da Paródia" - Escola de Lagoa Salgada

Essa paródia é baseada na musica:

É preciso saber viver do cantor Roberto Carlos.

A primeira parte dessa paródia foi feita com a ajuda da professora Esmeralda, ela pesquisou de um livro, para fazer a letra. E a segunda, por mim, eu li o livro: Selo UNICEF - Município Aprovado: Cultura e Identidade Afro-Brasileira e Indigina. Mas para nós termos inspiração, usamos nossa consciência, pois como eu disse, discriminação é burrice, somos todos iguais braços dados ou não.
Cada um de nós temos nosso valor, ninguém é melhor do que ninguém. Como eu falo na paródia, a cultura dos negros e Indígina pode ser vista em todos os momentos de nosso cotidiano. E os Negros e Indiginas, quem já estudou ou estuda ainda, sabe que eles fazem parte de nossa história. Então nós temos o direito de respeitar todas as raças e culturas, pois quem quer respeito, deve respeito.

E lembrar que cantar é uma arte, e devemos cantar a vida com muita alegria começando a respeitar a força das culturas .

EEF Raimunda Elvira Brandão
Aluno: Érica Marques de Sousa
14 Anos
9° Ano
Lagoa Salgada
Cruz-CE
Parodia - E preciso saber viver.
Quem estuda nessa vida
tem guardado na memória
Sabe que o Índio e o Negro
faz parte da nossa história,
Eles são seres humano
não importa a sua cor
È preciso paz e amor
x x x
Todo sangue é vermelho
Todo sangue é um só
aceite as diferenças
A humanidade e uma só
Tanto o índio como o negro
tem sua cultura, seu valor
cuide da vida,
cuide do amor
È preciso paz e amor (3x)
A força da cultura
De Negros e Indígenas
pode ser vista em todos os momentos
cotidiano de nossa vida
Nós seus modos diversos
De falar, anda, comer, ouvir,
celebrar e brincar. pra valer...
x x x
Tudo ao nosso redor
Faz parte dessa cultura
Devemos concientizar, as gerações futuras
Discriminação é burrice
Cada um tem seu valor
È preciso paz e amor (3x)
Fim

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Relatório (CORAL) Pastorinhos de Deus

Começamos, nosso primeiro encontro no dia 19 de Outubro as 03:00 hs da tarde, na casa da professora Marlene com uma pequena reunião. A partir deste primeiro encontro, vem acontecendo nossos ensaios semanalmente e isso é muito especial.

Marlene é nossa professora de música, ela faz parte dos encontros do CAPS ( Centro de Assistência Psicossocial) que traz muitas novidades para o grupo. Marlene com sua simplicidade conquistou e vem conquistando crianças para trabalharmos juntos neste coral. Depois de alguns dias passamos a ensaiar na escola Antônio Gregório do Nascimento, onde temos um apoio total da Diretora Auricélia Maria de Sousa.

O coral já se apresentou em muitos locais como : Biblioteca Municipal, Escola Antônio Gregório do Nascimento, Ginásio, Igreja São José e Centro Comunitário Maria Augusta Muniz.

Com o decorrer dos dias o coral pensou e decidiu em um nome para o grupo, então chegamos a conclusão de um nome: Pastorinhos de Jesus.
O coral já conseguiu também uma farda doada pela a Prefeitura Municipal de Cruz. Graças a Deus!
Em primeiro lugar agradecemos a Marlene professora, PrefeituraMunicipal e aos nossos Pais e outros colaborações que vem contribuindo para o coral acontecer, pois isso é gratificante para todos.

Nome : Adriana Vasconcelos Teixeira
11 Anos
7° Ano
Belém de Baixo
Cruz-Ce

Relatório de Alunos de Cedro.

No dia 30/05/2008 eu Géssica articuladora do SELO UNICEF, me reuni às 10:00 h da manhã, para discutir com os alunos sobre a importância do SELO UNICEF - Cultura e Identidade Afro-Brasileira e Indígina para saber sobre as tradições dos antepassados.
O nosso abjetivo é esclarecer para todas as pessoas a importância que a Cultura Indígena tem em nossa comunidade, ainda existe marca dessa cultura como por exemplo: no artesanato, na agricultura nas danças e na alimentação. Tudo isso nós devemos agradecer a eles e valorizar os seus atos e costumes.


EEF Artidouro Mendes Sousa
Grupo: Isabel, Géssica, Jessica, Fernando, Angelita, Fabiola, Assis.
2° Ano
Cedro
Cruz-Ce

Oficio e Modo de Fazer - Escola de Pitombeiras

Maria Marlene de Menezes, filha de Manoel Magalhães de Menezes e Raimunda Evagelista de Menezes, residente em Porteiras, aos 57 anos, é um exemplo para aqueles que acreditam que devemos jovem, mesmo se os cabelos embranquecerem.

Aos 7 anos, ainda criança, acompanhando sua mãe, começou a fabricar suas primeiras varandas, aos poucos foi aperfeiçoando e mostrando que os fios são capazes de realizar excelentes obras. No inicio, eram varandas simples, depois mais complexas, em seguida, veio as toucas, almofadas, tapetes, toalhas, colchas e redes.

Existe a varanda com fio roxo, branco e com linha. "Coloco um copinho na agulha para ficar pesado e melhorar o balanço das mãos, quando realizo o desenho da varanda". Ela explica que gosta do que faz, mas o trabalho é o sustento da família. " trabalho para ganhar dinheiro e sustentar minha família".

Atualmente distribui fios para mais de 40 pessoas, que vende as mercadorias para outras cidades.

EEF Macário José de Farias
Pitombeiras
Cruz-Ce

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Entrevista - Cedro - João Ortilio de Sousa

Entrevista realizada pelos alunos: Leonardo, Angélica, Edinete e Edijanir
Entrevistado: Senhor João Ortílio de Sousa, nascido em 24 de fevereiro de 1936 na Comunidade de Cedro.

1.Como o Senhor passou a sua juventude?
R. Com 16 anos era inocente e vivia dentro de casa.

2. Desde que idade o senhor mora no Cedro?
R. Vivo na comunidade de Cedro desde o ano de 1955.

3. Na sua juventude onde as pessoas se encontravam para prozear?
R. Saia com os amigos com 17 anos e comecei a namorar e com 19 anos me casei.

4. Existe algum campo para as pessoas jogarem?
R. Existia campos sim.

5. Quais as festas da sua época?
R. Tinha serenata e festa de São João.

6. Quais as brincadeiras da época?
R. Tinha reizados.

7. Quais os ditados que as pessoas falavam que não existem mais?
R. Não lembro.

8. Quais as comidas daquele tempo, e que hoje não existe mais?
R.Feijão com arroz.

9. Como as pessoas se vestiam?
R. Vestiam roupas compridas, saias nos pés, homens com calças compridas e blusas.

Produção Textual - Escola de Cedro

Cultura e Identidade Afro-Brasileira e Indígena

Para começar você sabe o que é Cultura? Cultura é um conjunto de tradições como: a culinária, as danças, as manifestações folclóricas, as lendas, as brincadeiras, o artesanato etc. Enfim cultura é todo tipo de conhecimento, costumes e valores que se transmitem de geração a geração.

Se nós pararmos para observar as pessoas que vivem em nosso município e as que aparecem na televisão iremos notar uma grande variedade de tipos físicos: brancos, louros, negros, indígenas e por que nós temos preconceito? Somos todos filhos de Deus. Para que isso? se somos todos irmãos. Temos é que viver com alegria e saber respeitar o próximo, ou seja, um afro-descendente.


Aluna: Géssica Bruna Silveira
Representante do GT de Adolescentes de Cedro
9º ano
Idade: 14 anos

Cultura e Arte - Cedro

Eu pesco para a minha sobrevivência e de meu povo! Mensagem através do desenho do Grupo de Trabalho da Cultura e Identidade da EEF Artidouro Mendes de Sousa - Cedro através dos alunos do 9º ano.
Isabel, Géssica, Jéssica, Fernando, Angelita, Fabíola e Assis.

Vídeo Capoeira da Escola em Tucuns

Alunos de Tucuns realizando seus primeiros treinos de Capoeira para formarem um novo grupo na Comunidade através dos alunos da EEF Filomeno Freitas Vasconcelos.

Projeto Capoeira da Escola - Imagens

Grupo de Capoeira que está se formando na Comunidade de Tucuns. Alunos da EEF Filomeno Freitas Vasconcelos e comunidade.
Apresentação na EEF Artidouro Mendes de Sousa - Cedro - Cruz


Aula teórica sobre a capoeira com o Professor Rubenildo, responsável pelo Grupo de Capoeira Filhos de Cruz, definindo o papel da mesma, seus instrumentos e sua forma de aplicação por todos o Município de acordo com o Projeto Capoeira da Escola.

Grupo de Capoeira da Escola de Aningas - CEB Paulo Freire, o mais tradicional e de maior duração de existência no município.





Primeiros Treinos do Grupo de Capoeira da Escola de Canema - EEF Filomena Martins dos Santos.



Poesia de Pitombeiras

Cultua Afro-Brasileira e Indígena

A cultura afro-brasileira
revela sua religião,
Sua forma de viver mostra um guerreiro,
Numa só brincadeira,
Somos todos irmãos.

Brincam bumba-meu-boi
Em municipios e cidades,
Cultura vivida por todos,
Com muita diversidade.

Africanos e indiginas
Precisam de compreenção
Eles vivem uma aventura,
Não despresamos nossos irmãos.

Homens, mulheres e crianças
Vivem em mesma situação,
Por ser de cor diferente
Não lhes dão atenção.

Preconceito existe até hoje
Que desde o passado vem,
Sem respeito os afros e indigenas
Não podemos viver bem

Negro é visto com maus olhos
Em quase todos o paises
Sem atenção e desprezo
Por uma cor que nada diz.

EEF Macário José de Farias
Aluno: Crissiâne Nágila Nascimento
14 anos
9° ano

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Relatório de Atividades - Cajueirinho I

Na EEF JOão Evangelista Vasconcelos está sendo trabalhado alguns temas para a terceira conquista do Selo UNICEF. Os alunos estão participando com construções de jornais com o tema - Participação Política.Sendo um dos objetivos, incentivar os jovens de 16 anos a tirar seu título eleitoral e a votar.

Os jovens também estão fazendo pesquisas de campo com o tema Semi-Árido. Os alunos, juntos com os professores fizeram grupos e com esses grupos foram para algumas casas de famílias da comunidade, com o objetivo de entrevistar as mães para saber como está indo o dia-a-dia das crianças.

Os professores, a coordenadora do Selo e o diretor estão contribuindo, explicando e acompanhando as pesquisas de campo e a construção dos jornais para a divulgação das atividades realizadas.

Os professores também estão levando os temas Cultura Afro-Brasileira e Indígena, Semi-Árido, Participãção Política e Esporte e Cidadania às salas de aula para explicar melhor os temas aos alunos para um maior entendimento, facilitando a realização das pesquisas. É assim que a escola está ajudando o nosso município a ganhar o Selo UNICEF 2008.

Escrito por:
Jéssica Marques de Freitas, 6º ano
Leonel Marques de Moraes, 9º ano
Tadeu Marques de Freitas Filho, 8º ano
Irani Maria de Sousa, 7º ano
EEF João Evangelista de Vasconcelos

Implantação do Grupo de Capoeira em Cajueirinho I

O projeto de Capoeira foi implantado pela Secretaria de Educação e pela Secretaria de Ação Social na escola para atender aos alunos e pessoas da comunidade. Esse projeto já faz algumas semanas que foi implantado e os alunos estão gostando, pois a prática da capoeira é muito importante para deixar o corpo leve e exercitado.

Capoeira não é uma luta e sim uma dança que foi criada pelos africanos: tornou-se uma dança popular que está fazendo sucesso por todo o Brasil. Quando as pessoas estiverem bem treinadas poderão ser escolhidas, as que se destacarem melhor. Onde irão participar de campeonatos disputando com outras escolas que também foi implantado o projeto.

A gente nao está participando da capoeira só por diversão e sim pela cultura. Num gesto de solidariedade, estamos participando da arrecadação de alimentos para famílias de baixa renda de Cruz. Em participar do grupo de capoeira a gente está conhecendo melhor a cultura e podendo ajudar mais ainda, as familias carentes. Estar num grupo desse é exercer um pouco da nossa cidadania.

Escrito por:
Rafael de Vasconcelos Sousa, 7º ano
Maria Rosita Moraes de Freitas, 8º ano
Leonardo Santos Menezes, 9º ano
Maria Vanúsia do Nascimento, 9º ano
EEF João Evangelista Vasconcelos
02 de junho de 2008.

Paródia (Música Asa Branca) - Aroeira

Os escravos foram trazidos
lá da África para o Brasil
Sofriam muitos sufocados
Nos porões até morriam.

Os escravos trabalhavam
nos engenhos de açúcar
morriam de fome e de castigos
dados a eles por seus patrões.

Os escravos trabalhavam
quando não obedeciam
eram queimados,chicoteados
pelos patrões enfurecidos.

Os escravos eram vendidos
para as fazendas dos patrões
que trabalhavam pela comida
dados a eles sem opções.

Nós vivemos num país
de preconceitos e violências
por isso nós queremos paz
para viver com dignidade.

Equipe Cultura e Identidade da EEF Santa Cecilia - Aroeira.
Ionara, Élio, Arnon, Ana Alice e Renato.

Cultura e Arte - Aroeira



Hábitos e afazeres de origem afro-brasileira podem ser retratados através do desenho produzido pela aluna Juliana Rodrigues de Sousa, do 8º ano.

Herança índígena, o hábito de dormir de rede também foi vivenciado pelos escravos ao levarem os senhores "brancos" em seus passeios. Desenho produzido pelo aluno Benedito Queuton Brandão de Oliveira, do 9º ano da Escola.

Desenho retratando o vaqueiro, típica figura nordestina do sertão, que sai em busca do gado. Autor: Felipe Ribeiro Albuquerque, 6º ano.

Mobilização do Museu para temática do Selo UNICEF




Em comemoração a Semana dos Museus, o Museu de Som e Imagem, realizou uma tarde Cultural recebendo o Museu Itinerante Dom José de Sobral.

No evento tivemos a honra de receber a Dra. Giovana S. Mont’Alverne, Coordenadora do Museu de Sobral e Pró-Reitora de Cultura de Sobral, além de Universitários da UVA, que realizaram o trabalho como monitores, explicando a origem e o valor histórico de cada peça ali exposta.

O museu é referência no Ceará, por ser o maior pelo número de peças e valor histórico, e o quinto do Brasil pela grande quantidade de peças em Arte Sacra. As peças eram de herança indígena e da área da Paleontologia. Durante toda à tarde, recebemos alunos das escolas públicas, particular e estadual, além da presença brilhante de nosso Cônego Manoel Valdery da Rocha, que muito contribui para essa exposição, fazendo o contato com o Museu para que ele viesse até nossa cidade.

Neste evento as crianças participantes puderam aprender um pouco mais sobre a cultura indígena, uma das temáticas trabalhadas pelo Selo UNICEF.

Divertindo e Resgatando a Cultura - Brinquedoteca de Cruz


A brinquedoteca, por sua vez, também trabalha a cultura e identidade afro-brasileira e indígena. Em seus cantos possui uma diversidade enorme, mas de modo geral é possível identificar algumas características bastante apresentadas. Trata-se do canto do brincar que, no seu acervo tem várias bonecas negras para que desde de cedo seja trabalhado o preconceito racial, que futuramente essas crianças vejam os negros como sendo também pessoas importantes na sociedade.

Ainda no canto do brincar, temos os jogos, a grande maioria de origem africana e indígena, destacamos: Hex, mancala, fanorona, bao e onweso, bagha-chall, yoté, chroma 4, quadrilha. São jogos, na maioria, antes jogado apenas pelos nobres somente depois é que expandiu-se. Exigem raciocínio, atenção e boas estratégias.

Já no canto da leitura, dentre os livros, podemos encontrar vários que abordam essa temática, como por exemplo: O aleijadinho de Légia Rego e Ângela Braga; Que cor é a minha cor? de Martha Rodrigues; O Neguinho do Pastoreio de Elias José; Meninas negras de Madu Costa; Clara-como-sol, Escuro-como-a-noite, de José Bartoline e outros.

Cidadania e Lazer - Brinquedoteca de Cruz


Na Brinquedoteca Pública Municipal uma das atividades desenvolvidas é o esporte. Crianças e jovens se reúnem nas tardes, usufruindo do espaço ao ar livre para brincarem visando lazer e diversão e isso acontece não só na semana, nas tardes de sábado o número de freqüentadores aumenta, pois buscam entretenimento e alegria nos momentos livre.


A brinquedoteca faz entender o verdadeiro espírito do esporte e os benefícios deste para o desenvolvimento físico e intelectual das crianças e jovens. Cabe ao educador brinquedista, intermediar e motivar práticas saudáveis que possibilitem alcançar esses objetivos e que fortaleçam a cidadania através da convivência com regras, do trabalho em equipe, da superação de limites, do equilíbrio emocional e físico.

Assim como o esporte, outras atividades que desenvolvem a motricidade são realizadas no espaço da brinquedoteca tais como as brincadeiras ao ar livre, a exemplo de gincanas, brincadeiras de roda, pula corda, amarelinha, corridas de cavalo de talo dentre outras.

O espírito esportivo desenvolve no ser a coletividade, solidariedade, cooperativismo e a conquista do bem-estar social .

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Pauta da Reunião ao dia 26 de maio de 2008 de Canema

No dia 26 de maio de 2008, aconteceu na creche criança feliz uma reunião com todos os professores e funcionários da creche com as quatro mobilizadoras; eu Janaina Kelly, AilaneRegia, Renta Kelly, Elane Cristina e a mobilizadora da escola: Valdirene Cruz do Nascimento e a tia Marlucia. Nesta reunião foi repassado um pouco sobre os quatros temas sendo eles: Cultura Afro-Brasileira e Indigina, Esporte e Cidadania, Educação para Convivência com o Se mi-Árido, Participação Politica de Adolescente e Orçamento Público.
Logo após a senhorita Janaina Kelly apresenta para todos ali presente um vidio educativo que falava sobre a mistura, a convivência entre as crianças com deficiência com as crianças normais, as crianças negras e brancas. Depois ficou proposto que as crianças que ali estudaram iriam fazer alguns passeios na cidade, para poder aprender mais se divertidos.

GRUPO DE TRABALHOS.

LAIRA DA SILVA FERREIRA
MARIA ANTÓNIA NASCIMENTO
FRANCISCO GENILSON NASCIMENTO
CAROLINE CINTIA PONTES
CRISTINA FERNANDA PONTES
JANAELIA FERREIRA VASCONCELOS
LUANA GESSICA PEREIRA RIBEIRO
NATÁLIA MARCIA ALBUQUERQUE
MARIA JAQUELINE NASCIMENTO
HENRIQUE MAGNO F. NASCIMENTO

EEF Filomena Martins dos Santos
Aluno: Janaina Kelly Ramos

"Selo Unicef" Corrego da Poeira



Na tarde do dia 09 de maio de 2008 na EEF Raimundo Luis da Silveira de Corrego da Poeira em Cruz, aconteceu uma "tarde de lazer". O coordenador de esporte e cidadania Edson Muniz deu explicação de como brincar sem correria sem bagunças e em seguida foi apresentado um grupo de capoeira que veio juntamente com o coordenador municipal, mostrando as importancia da cultura negra, todos gostamos e aplaudiram muito. Depois passamos para as atividades esportivas onde brincamos.
O diretor da escola o José Valderi Nascimento, participou tambem das brincadeiras juntos com os alunos e os professores e no final da tarde agradecemos ao Edson pela ação desenvouvida na escola e convidamos para que vinheci novamente. O diretor agradeceu a todos e deu por encerrado o momento.

EEF Raimundo Luiz da Silveira
Aluno: Antônio Elivelton da Silveira
11 anos
7° ano
tema : Esporte e Cidadania

Relatorio " A COLETA SELETIVA NA COMUNIDADE" de Solidão



Eu acho muito importante a coleta seletiva na escola por que todas famílias participam da coleta seletiva. Assim o nosso lugar fica mas limpo e diminui algumas doenças como dengue.
Tem uma carroça na comunidade que carrega os lixo para nossa escola que fica dentro do PEVI da escola, e todas últimas quinta-feira do mês, passa um caminhão buscando esse lixo na escola.
E leva pra fábrica na Cruz, e lá passa por vários processos, e a escola fica feliz com isso porque o nosso meio ambiente fica mais saúdavel e más rico.
E tem lugar que não participa da coleta seletiva isso não faz bem pra nós mesmo porque se não participar podem pegar várias doenças graves.
Já teve um tempo que a escola fez uma gincana com os alunos , quem trazia mais lixo seletivo ganharia um cupon e quando chegou ao fim dessa gincana quem tinha más cupon ganham um prémio.

EEF Pedro Marques da Cunha
Aluno: Francisco Jailson Sousa Moura
13 anos
8° ano

Relatório " Natureza é Vida" de Solidão.

A escola onde estudo sempre fala sobre a natureza, o quanto ela e importante para nós. Se a cada dias as pessoas destrói a naturaza pois vai se acabando as poucos, quando formos parar para ver o problema que estamos cousando é tarde demais, cada um de nós devemos preservar o que Deus nos deu com muito Amor e Carinho que e a natureza. Muitas pessoas fazem é destruir, pois eles não sabem o quanto ela é útil a nossa vida. Eles não pensam no futuro dos filhos. Se constinuarem assim estão com graves problemas.
As plantas e os animais estão em extição por causa dos homens que não souberam dar valor o que a natureza nos aferece tudo de bom.
Preserve pois voçê estar fazen um grande bem para a humanidade.

EEFR Pedro Marques da Cunha
Aluno: Maria Daniela Freitas
13 anos
9° ano

Relatório de Solidão.

Em nossa comunidade há sempre eventos sobre cultura. Nas salas de aula os professores passam vadios, pesquisa, sempre falar do assunto.
Nas gincanas, culminância de projetos sempre há alguma apresentação sobre cultura. Já houve apresentações sobre a cultura afro-brasileira, a cultura indígena, o folclore, etc...
Aqui na EEF Pedro Marques da Cunha todos procuram colaborar com o que podem falar sobre os costumes da comunidade, as comidas típicas e já foi até feito pesquisa sobre a história do nome da comunidade "Solidão".
Eu sou representante dos adolescentes no tema cultura e identidade afro-brasileira e indigina e também procuro com meus professores fezer alguma coisa sobre o tema.
Agora este mês de Junho ira haver as quadrilhas juninas e isto é mais uma cultura de nossa região.
Então para mim a minha comunidade está cuidando muito bem de suas culturas.

EEF Pedro Marques da Cunha
Aluno: Leandro Brandão Marques
14 anos
9°ano
Tema: Cultura e Identidade Afro-Brasileira e Indigina

terça-feira, 3 de junho de 2008

Pesquisa sobre o Racismo



Para entender melhor esse tema vamos voltar ao séculos XVIII, onde cientista explica,o que leva a pessoa a ser um racista. Muitas vezes a própria família, incentiva a criança, o adolescente a não aceitar alguma criança ou coleguinha, abrindo um espaço para o racismo e xenofobia, embora fenômenos distintos, pode ser considerado paralelos e da mesma raiz, embora muitas pessoas não aceite, e nem reconheça, poderá chegar o dia que todos pensarão melhor e vão reconhecer os 40 tipos de cor que existe no mundo, de forma geral conscientizar a todos, respeitar e construir uma sociedade sem origem de racismo.
Há também quem pense que racismo é um preconceito contra um "grupo racial", geralmente diferente daquele a que pertence o sujeito. Também existe racismo até na Internet, que é considerado crime. Segundo o ministério público do estado de São Paulo, estão ativas no Orkut mais de cinquenta comunidade que pregam a violência a negros, judeus etc...
Será que a sociedade nunca vai perceber que todos somos iguais? É só fazermos a nossa parte, cada um deve ajudar, seja negro ou branco, índio ou qualquer outro, cada um é diferente na fisionomia e igual nos " Direitos Humanos".

EEF Pedro Marques da Cunha
Aluno: Evilerdo Araújo de Freitas
17 anos
9° ano
Tema: Cultura e Identidade Afro-Brasileira e Indigina

Dissertação - Cultura e Identidade Afro-Brasileira e Indigena de Solidão.


A presença do negro africano na cultura brasileira, desde o século XVI, merece referência especial no interior dos estudos que tratam da questão da constituição de uma identidade linguística brasileira.


Não há como negar a influência africana no português brasileiro, principalmente, se levarmos em consideração que a presença de negros africanos em território nacional proporcionou um contato direto com os homens brancos e índios que aqui habitavam, refletindo diretamente sobre o comportamento social e a cultura, em geral.


Foram as amas-de-leite que, no contato com o recém-nascido e com as crianças, ensinaram-lhes as primeiras palavras, fixaram-lhe as primeiras expressões linguísticas e nós nos contaminamos com os valores de sua cultura.


Por mais que se secundarize, não há como omitir a contribuição do negro africano para a cultura brasileira em seus diversos aspectos, entre eles, na língua, religião, música, arte e alimentação. Esperamos que, nesse momento histórico, de resgate da identidade do homem negro e dos menos favorecidos socialmente, resplandeça, no meio acadêmico, um espírito científico, de atitudes que possam subtrair o mérito do negro na cultura brasileira.

EEF Pedro Marques da Cunha
Aluno: Flávio Júnior da Silveira
16 anos
9° ano

Relatório- Participação Politica de Solidão.

Ao começar, o trabalho para à conquista do selo UNICEF, estamos trabalhando bastante pois assumimos uma grande missão, já está sendo proveitoso, pois eu e o adolescente coordenador: António Milton Albuquerque, juntos com os demais colegas de sua equipe, nós reunimos para planejar, como seria a melhor maneira de divulgar os trabalhos que seria feito pelos alunos que abraçaram o compromisso de divulgação em prol do SELO UNICEF. Em primeiro lugar juntamos os talentos e os conhecimentos de todos, para desenvolvermos tarefas, a conclusão que tivemos que seria melhor ler um texto informativo, para que todas as pessoas compreendesse o assunto com proveito e convicção.

O coordenador Antônio Milton Albuquerque junto com os colegas de minha equipe são:
Maria Daiane da Cunha
Maria Daniele Freitas
Rosângela Maria da silva
Rosimeire Teixeira de Albuquerque
Francisco Marcos Menezes
Antônio Talisvânio de Sousa
José Roberto da Costa


E todos estamos conscientes que buscaremos o melhor para garantir o futuro melhor de todos.

EEF Pedro Marques da Cunha
Aluno: Antônio Milton Albuquerque
14 Anos
9° Ano

Poesia - Cultura Afro-Brasileira e Indigina em Belém

A cultura afro-brasileira
É muito importante
Por isso temos que valoriza-la
A todo instante.

A cultura indigina
Também temos que valorizar
Pois ela está em todo parte
Até no nosso modo de falar.

Um pouco dessas cultura
Todos nós devemos ter
Seja no modo de falar
E até mesmo de comer.

Hoje em dia
São varias expressões culturais
Como capoeira, quadrilhas
E também os festivais.


EEF António Gregório do Nascimento
Aluno: Mateus Sousa Nascimento
8 anos
3° ano
Tema: Cultura Afro-Brasileira e Indigina

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Produção Textual - Frei Jorge



Poesias escolhidas como as melhores entre todas produzidas em um Cconcurso interclasses realizado entre os dias 5 a 10 de maio de 2008, sendo feita a seleção pelos professores da Escola Manoel Antonio da Silveira

CIDADANIA

Pra gente ser cidadão
tem que ter democracia
saúde e muito lazer
educação e moradia
só com tudo isso ai
é que podemos em fim
conquistar cidadania.

Participação Política
é um direito de todos
mais tem gente que não sabe
pois são verdadeiros bobos
gente sem informação
cultura e educação
são enganados de novo.

Aqui vou finalizar
da democracia falei
nao gostava de política
mas eu me acostumei
é questão de se informar
para o nosso país mudar
e progredir de uma vez.

Francisca Cleissiane Silveira
Tema: Participãção Política
14 anos


A LIBERDADE

Quando os portugueses aqui chegaram
um povo diferente encontraram
os nativos se assustaram
quando as navegações avistaram.

Os portugueses chamavam os índios de preguiçosos
pois nao eram ambiciosos
trabalhavam pouco mas eram orgulhosos
por nao serem maldosos

Escravos da África foram trazidos
seus valores foram esquecidos
seus sonhos abduzidos
na prisão envolvidos.

O conjunto de quarenta negros fugiram
O quilombo dos Palmares surgiu
Zumbi a liberdade de muitos conseguiu
depois do último confronto Palmares sumiu

A Lei Áurea foi assinada
a liberdade dos escravos proclamada
a vitória conquistada
o negro livre segue sua estrada

Até hoje os negros enfrentam sofrimentos
pois também possuem sentimentos
querem um reconhecimento
nao ao constrangimento.

O povo em si quer ter sua liberdade
quer ter sua identidade
direito e dignidade
com seu povo e sua fraternidade.

Francisca Janaina do Nascimento
Tema: Cultura e Identidade, 12 anos.
Frei Jorge EEF Antonio Manoel da Silveira

Estudo do oficio e modo de Fazer - Culinária - Frei Jorge




Nos reunimos juntamente com a coordenadora geral Maria Gessiane Pereira para a pesquisa de campo, sendo entrevistada Maria Marlene de Sousa, de 45 anos, moradora da localidade de Frei Jorge, casada, com Raimundo Muniz de Sousa. Neto de Antonio Rodrigues de Sousa, descendente de uma familia indígena.

A expressão cultural (culinária) começou com a chegada dos índios, pois eles foram os primeiros habitantes, viviam da caça e da pesca, mas principalmente da agricultura. O produto mais cultivado era a mandioca, que deu origem a outros produtos, que usamos no nosso dia-a-dia. Com o passar dos tempos a tradição diminuiu um pouco, pois as pessoas plantam menos, por conta dos produtos industrializados.

Com a entrevistada aprendemos uma deliciosa forma de fazer a tapioca e que as coisas mais importantes da vida, fica na memoria de todos.

Andreia Maiara da Cunha
12 anos, 9º ano.
EEF Antonio Manoel da Silveira.
Frei Jorge.

domingo, 1 de junho de 2008

Pondo a mão na massa!
No dia 29/05/2008 os adolecenteis que representam o grupo de cultura e identidade afro-brasileira e indígena do C.E.B.Maria pereira Brandão começaram a fazer as entrevistas no bairro de Brasília as duas primeiras a serem entrevistadas foram Dona Zenilda e seu Pedro onde a Dona Zenilda ficou com a expressão cultural ofícios e modo de fazer e o Seu Pedro com conto mito e historia os dois são integrantes do grupo de idosos eles até por serem pessoas muito participativas na comunidade e agora vamos prosseguir e continuar as entrevistas e as próximas pessoas a serem entrevistadas serão seu Baltar e a Dona Brigida os dois serão entrevistados como lideres religiosos agora é só esperar e vocês irão conferir as novidades do C.E.B.Maria pereira Brandão

ALUNO: Lucas Souza
ANO: 9° noite
ESCOLA: C.E.B.Maria Pereira Brandão
INTEGRNTA DO GRUPO DE CULTURA