sexta-feira, 22 de maio de 2015

18 de maio nas Escolas de Cruz












Dia D do Combate contra a violência sexual contra crianças  adolescentes.

Os alunos produziram poesias, folders e textos diversos a partir da disciplina de Educação Religiosa, principalmente entre as turmas do 6º ao 9º ano da Rede Pública Municipal de Ensino.

Os desenhos abaixo se referem a produção dos alunos da EEF Francisco das Chagas e Silveira - Poço Doce II, sobre a orientação do Professora Leidiane.


HISTÓRIANo dia 18 de maio de 1973, uma menina de 8 anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espirito Santo. Seu corpo apareceu seis dias depois carbonizado e os seus agressores, jovens de classe média alta, nunca foram punidos. A data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000. O  “Caso Araceli”, como ficou conhecido, ocorreu há quase 40 anos, mas, infelizmente, situações absurdas como essa ainda se repetem.

Por. Evaldo Vasconcelos

quarta-feira, 20 de maio de 2015

RELATÓRIO AFRO - BRASILEIRA E INDÍGENA - POÇO DOCE II - 2015.1





E.E.F. FRANCISCO DAS CHAGAS E SILVEIRA
POÇO DOCE II

RELATÓRIO SOBRE A CULTURA AFRO - BRASILEIRA E INDÍGENA
Durante o primeiro bimestre de 2015, na E.E.F. Francisco das Chagas e Silveira localizada em Poço Doce II, município de Cruz, estado do Ceará, foi trabalhado sobre a cultura afro-brasileira e indígena nas turmas de 6º ao 9º ano, sendo 66 alunos do sexo masculino e 56 do sexo feminino, totalizando  122 alunos.                                                                                                                                                                                                                                                
Dia 25 de março “Dia da abolição da escravatura no Ceará”, os professores apresentaram para os alunos do 6º ao 9º ano, a importância da data que para o estado do Ceará é um marco no processo de valorização da cultura afro-indígena para a sociedade, pois representa a libertação da escravatura no estado, sendo que a primeira cidade do Ceará a libertar os seus escravos foi Redenção, que hoje é conhecida pelo seu desenvolvimento cultural, pois tem como ponto crucial o “Museu Negro Liberto”, que fica na casa grande e na senzala onde muitos negros foram torturados. Foi apresentado slides com fotos daquelas pessoas que foram fundamentais para a abolição da escravatura no Ceará.
No dia 05 de maio, a professora Leidiane Dângela Vasconcelos trabalhou com os estudantes da turma do 9° ano “B” o estatuto da igualdade racial, onde apresentou para os alunos o vídeo: Rachel Sheherazade fala sobre racismo, em seguida, fez questionamentos com os estudantes  como: os negros são respeitados nas repartições públicas? São valorizados na sociedade? Qual a pior forma de preconceito contra os negros? E em seguida dividiu a turma em quatro grupos e pediu que eles fizessem cartazes referentes aos direitos dos negros na sociedade, logo após apresentaram de forma bastante interessante pois afirmaram que a sociedade ainda é muito preconceituosa e por esta razão os direitos dos negros acabam sendo violados. Enfim trabalhar a temática cultura afro-brasileira é muito instigante para os estudantes, pois eles se empolgam mostrando resultados positivos. 


Prof.  Leidiane / Prof. Jarbas

Coordenadora - Josineuda Vasconcelos

Relatório Afro - brasileiro - Canema - 2015.1



E.E.F. FILOMENA MARTINS DOS SANTOS
Relatório de atividades do primeiro período letivo de 2015 – Cultura Afro­-brasileira e Indígena
Embasando-se na lei n.º 10.639/2003 que determina a obrigatoriedade do ensino da história e da cultura afro-brasileira e africana nos currículos escolares, percebemos a necessidade do aprofundamento nos assuntos referentes à cultura africana e afro-brasileira e o preconceito ainda existente quanto a elas. A E.E.F. Filomena Martins dos Santos preocupada em fazer cumprir essa lei e, sobretudo fazer com que o cidadão cruzense reconheça a importância dos povos africanos na história do Brasil, levando o nosso educando a reconhecer, respeitar e valorizar as contribuições do negro na formação da cultura brasileira.
Neste primeiro período letivo nas disciplinas de história e ensino religioso, com os alunos do 6º ao 9º ano, foram realizadas pesquisas, aulas expositivas, leitura e interpretação de textos, consultas em acervos bibliográficos e internet referente à contribuição no negro e do indígena na nossa cultura. O objetivo maior durante as explanações era fazer com que o aluno percebesse a importância da igualdade étnico-racial, rompendo com estigmas, com linguagens explicitadas ou não de inferioridade de negros e indígenas. Alguns temas obtiveram destaques no conhecimento da África de ontem e de hoje, a história do Brasil contada na perspectiva do negro com exemplos na política, na economia, nas artes, na sociedade em geral; apresentação de slides com imagens e subtemas relacionados a igualdade étnica e racial, abordando o sistema de cotas criado pelo governo, artigos (direitos e deveres), definição de racismo e preconceito. As atividades pesquisadas foram analisadas em sala durante as aulas de forma que o conhecimento foi sendo construído pelos alunos de acordo com as informações adquiridas durante as leituras, as reflexões realizadas durante às aulas com a turma e pelos debates após as pesquisas. Estudo em grupo dos temas: colonização, catequização e resistência indígena. A cada conteúdo trabalhado, vinha à tona o conflito da diversidade existente na escola e na sociedade, e as opiniões e sugestões foram sendo valorizados pelo professor, a medida que os alunos percebiam-se como parte dessa diversidade da qual estavam trabalhando. Uma data que obteve destaque foi o 25 de Março, no qual o Ceará foi a primeira província do Brasil a abolir a escravidão.
Ao final do período os alunos compreenderam que a história do povo africano e indígena é rica, e que apesar do sofrimento e das grandes batalhas por direitos, os negros e indígenas se tornaram componentes fundamentais na construção do Brasil hoje.

Relatório afro brasileiro e indígena - Escola de Monteiros



E E F JOAQUIM JOSÉ MONTEIRO
“Promovendo a Educação”
Relatório afro brasileiro e indígena









Plano da Professora Deuziran    

   Hoje em dia há uma preocupação grande em realizar estudos e atividades nas escolas municipais assim como nas estudais e em cursos superiores sobre a temática afro brasileira e indígena, com o objetivo da valorização do negro no mundo atual. Assim não foi diferente na escola Joaquim José Monteiro, onde teve destaque nas aulas de História, principalmente nas séries finais do ensino fundamental, onde a professora Deuziran Nascimento junto com a turma do 9° ano enfatizou estudos sobre o Dia 25 de Março, no Ceará comemorado dia da Data Magna, libertação dos escravos.
    A mesma proporcionou para a turma, vídeo explicativo, leitura de texto para debates, e registros, no qual   para fechamento do conteúdo os alunos fizeram em forma de peça teatral a representação daquilo que tinham entendido. Ainda sobre a temática foram realizadas na turma do 7° ano, também estudos sobre o dia da Data Magna, onde a turma teve envolvimento nas atividades, realizando construção de cartazes, desenhos de personagens históricos entre outros. Certo de que a professora fez um trabalho querendo repassar o assunto principal, a valorização das origens, o respeito a humanidade, as diferenças no meio social, no mais fecho este pequeno relato com a seguinte frase “Enquanto a humanidade olhar o negro com os olhos e não com o coração, o preconceito permanecerá o mesmo”.

Prof. Deuziran / Fatima Chaves.

Coordenadora - Regina Márcia

segunda-feira, 18 de maio de 2015

RELATÓRIO AFRO - CAJUEIRINHO I - 2015.1

E.E.F. JOÃO EVANGELISTA VASCONCELOS
CAJUEIRINHO I

RELATÓRIO DAS AÇÕES REALIZADAS NA ESCOLA VOLTADAS PARA A TEMÁTICA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA


Durante o primeiro bimestre letivo de 2015 em vários momentos os professores das turmas do 6º ao 9º ano abordaram em sala a temática cultura afro-brasileira e indígena de acordo com os conteúdos programados para o Ensino Religioso ou mesmo em História e Geografia. Os conteúdos foram abordados através de rodas de conversa, grupos de estudo, exibição e discussão de vídeos e estudo e discussão de textos. Os temas mais abordados foram o preconceito racial, miscigenação, racismo, índios e sua luta por reconhecimento. A apostila Cortinas do Saber afro-indígena Construindo valores foi a principal fonte para o trabalho desenvolvido. Dela foram abordados temas como: sabores afro-brasileiros, estatuto da igualdade racial, preconceito racial, personalidade indígena. O livro Ceará nossa história de Airton de Farias e Gleiciane Freitas também foi material de estudo para discutir a temática abolição da escravidão no Ceará com o estudo do capítulo 7, Escravidão negra e abolição no Ceará. Todos os estudos de textos foram incrementados com vídeos buscados no youtube e/ou explanação oaral do professor. Os momentos de estudo foram bastante proveitosos tendo em vista a boa participação e envolvimento dos alunos com depoimentos e opiniões relativas a temática estudada.

Cajueirinho I, 18 de maio de 2015

Por Manoel Messias

sábado, 16 de maio de 2015

25 de Março - Pitombeiras



RELATÓRIO DA TEMÁTICA AFRO-BRASILEIRA
PROFESSORA: LEIANE NASCIMENTO     
Escola: E.E.F. Macário José de Farias                                       DATA: 16.05.15
Tema: Abolição da escravatura no Ceará
Objetivo: Reconhecer os principais aspectos responsáveis pela abolição da escravatura;
Reconhecer a cultura que nos foi deixada pelos negros.
Introdução:  No dia 25 de março de 1884 a escravatura no Ceará foi abolida, quatro anos antes de ter acontecido no Brasil, um dos principais lideres de luta por essa abolição foi o Francisco José do Nascimento, mais conhecido como Dragão do Mar, era um jangadeiro, que é famoso pela frase: no porto do Ceará não se embarcam mais escravos, sabemos que a abolição no nosso estado não foi algo que aconteceu por naturalidade e sim porque aos poucos não conseguiram mais sustentar essa escravidão, o fim da escravatura, porém, não melhora a condição social e econômica dos ex-escravos. Sem formação escolar nem profissão definida, para a maioria deles a simples emancipação jurídica não muda sua condição subalterna, muito menos ajuda a promover sua cidadania ou ascensão social.

Metodologia:
        Ao preparar a aula para trabalhar a cultura afro-brasileira (abolição da escravatura no Ceará) Iniciei as aulas nas quatro turmas da mesma forma,primeiro coloquei um vídeo sobre a forma como os escravos eram trazidos: tráfico negreiro e outro que fala sobre a escravidão no Ceará, como era a vida deles, em que trabalhavam, e mostrei também um vídeo sobre o museu da senzala de Redenção no Ceará, fiz também algumas perguntas orais como por exemplo: se sabiam o que era comemorado no dia 25 de março, se sabiam como eram as condições de vida dos escravos e diversas outras para instigar o interesse e participação dos alunos, fiz um estudo pausado dos vídeos, fazendo discussões juntamente com os alunos.
       Ao finalizar a aula pedi que elaborassem algumas atividades em casa para que pudéssemos apresentar para toda a escola os trabalhos realizados com o tema, ficaram super empolgados em realizar, as turmas se uniram uma com as outras (8º ano A e B; 9º ano A e B) foram apresentados danças, poesias, cartazes e texto.
     
Avaliação e conclusão:
       A aula foi muito proveitosa, senti que os alunos se interessaram pelo tema e ficaram entusiasmado em participar das atividades, até mesmo alunos que muitas vezes não gostam de se apresentar, é um assunto muito bom de se trabalhar, por que a partir do estudo desse tema podemos ter conhecimento e reconhecimento da nossa cultura afro-brasileira, afinal de contas nós brasileiros somos uma miscigenação de culturas seja ela negra, indígena, branca...espero que tenha contribuído na construção do conhecimento desses alunos acerca dessa cultura.