
quinta-feira, 28 de maio de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
18 de maio nas Escolas de Cruz
Dia D do Combate contra a violência sexual contra crianças adolescentes.
Os alunos produziram poesias, folders e textos diversos a partir da disciplina de Educação Religiosa, principalmente entre as turmas do 6º ao 9º ano da Rede Pública Municipal de Ensino.
Os desenhos abaixo se referem a produção dos alunos da EEF Francisco das Chagas e Silveira - Poço Doce II, sobre a orientação do Professora Leidiane.
HISTÓRIANo dia 18 de maio de 1973, uma menina de 8 anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espirito Santo. Seu corpo apareceu seis dias depois carbonizado e os seus agressores, jovens de classe média alta, nunca foram punidos. A data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000. O “Caso Araceli”, como ficou conhecido, ocorreu há quase 40 anos, mas, infelizmente, situações absurdas como essa ainda se repetem.
Por. Evaldo Vasconcelos
quarta-feira, 20 de maio de 2015
RELATÓRIO AFRO - BRASILEIRA E INDÍGENA - POÇO DOCE II - 2015.1
E.E.F. FRANCISCO DAS
CHAGAS E SILVEIRA
POÇO DOCE II
RELATÓRIO SOBRE A CULTURA AFRO - BRASILEIRA E INDÍGENA
Durante
o primeiro bimestre de 2015, na E.E.F. Francisco das Chagas e Silveira
localizada em Poço Doce II, município de Cruz, estado do Ceará, foi trabalhado
sobre a cultura afro-brasileira e indígena nas turmas de 6º ao 9º ano, sendo 66
alunos do sexo masculino e 56 do sexo feminino, totalizando 122 alunos.
Dia 25
de março “Dia da abolição da escravatura no Ceará”, os professores apresentaram
para os alunos do 6º ao 9º ano, a importância da data que para o estado do
Ceará é um marco no processo de valorização da cultura afro-indígena para a
sociedade, pois representa a libertação da escravatura no estado, sendo que a
primeira cidade do Ceará a libertar os seus escravos foi Redenção, que hoje é
conhecida pelo seu desenvolvimento cultural, pois tem como ponto crucial o “Museu
Negro Liberto”, que fica na casa grande e na senzala onde muitos negros foram
torturados. Foi apresentado slides com fotos daquelas pessoas que foram
fundamentais para a abolição da escravatura no Ceará.
No
dia 05 de maio, a professora Leidiane Dângela Vasconcelos trabalhou com os
estudantes da turma do 9° ano “B” o estatuto da igualdade racial, onde
apresentou para os alunos o vídeo: Rachel Sheherazade fala sobre racismo, em
seguida, fez questionamentos com os estudantes
como: os negros são respeitados nas repartições públicas? São
valorizados na sociedade? Qual a pior forma de preconceito contra os negros? E
em seguida dividiu a turma em quatro grupos e pediu que eles fizessem cartazes
referentes aos direitos dos negros na sociedade, logo após apresentaram de
forma bastante interessante pois afirmaram que a sociedade ainda é muito
preconceituosa e por esta razão os direitos dos negros acabam sendo violados.
Enfim trabalhar a temática cultura afro-brasileira é muito instigante para os
estudantes, pois eles se empolgam mostrando resultados positivos.
Prof. Leidiane / Prof. Jarbas
Coordenadora - Josineuda Vasconcelos
Relatório Afro - brasileiro - Canema - 2015.1
E.E.F. FILOMENA MARTINS DOS SANTOS
Relatório de atividades do
primeiro período letivo de 2015 – Cultura Afro-brasileira e
Indígena
Embasando-se na
lei n.º 10.639/2003 que determina a obrigatoriedade do ensino da história e da
cultura afro-brasileira e africana nos currículos escolares, percebemos a
necessidade do aprofundamento nos assuntos referentes à cultura africana e
afro-brasileira e o preconceito ainda existente quanto a elas. A E.E.F. Filomena Martins dos Santos
preocupada em fazer cumprir essa lei e, sobretudo fazer com que o cidadão
cruzense reconheça a importância dos povos africanos na história do Brasil,
levando o nosso educando a reconhecer, respeitar e valorizar as contribuições
do negro na formação da cultura brasileira.
Neste primeiro período letivo nas disciplinas de história e ensino
religioso, com os alunos do 6º ao 9º ano, foram realizadas pesquisas, aulas
expositivas, leitura e interpretação de textos, consultas em acervos
bibliográficos e internet referente à contribuição no negro e do indígena na
nossa cultura. O objetivo maior durante as explanações era fazer com que o
aluno percebesse a importância da igualdade étnico-racial,
rompendo com estigmas, com linguagens explicitadas ou não de inferioridade de
negros e indígenas. Alguns temas obtiveram destaques no conhecimento da África
de ontem e de hoje, a história do Brasil contada na perspectiva do negro com
exemplos na política, na economia, nas artes, na sociedade em geral;
apresentação de slides com imagens e subtemas relacionados a igualdade étnica e
racial, abordando o sistema de cotas criado pelo governo, artigos (direitos e
deveres), definição de racismo e preconceito. As atividades pesquisadas foram analisadas em sala
durante as aulas de forma que o conhecimento foi sendo construído pelos alunos
de acordo com as informações adquiridas durante as leituras, as reflexões
realizadas durante às aulas com a turma e pelos debates após as pesquisas.
Estudo em grupo dos temas: colonização, catequização e resistência indígena. A
cada conteúdo trabalhado, vinha à tona o conflito da diversidade existente na
escola e na sociedade, e as opiniões e sugestões foram sendo valorizados pelo
professor, a medida que os alunos percebiam-se como parte dessa diversidade da
qual estavam trabalhando. Uma data que obteve destaque foi o 25 de Março, no
qual o Ceará foi a primeira província do Brasil a abolir
a escravidão.
Ao final do
período os alunos compreenderam que a história do povo africano e indígena é
rica, e que apesar do sofrimento e das grandes batalhas por direitos, os negros
e indígenas se tornaram componentes fundamentais na construção do Brasil hoje.
Relatório afro brasileiro e indígena - Escola de Monteiros
E E F JOAQUIM JOSÉ MONTEIRO
“Promovendo a Educação”
Plano da Professora Deuziran
A mesma
proporcionou para a turma, vídeo explicativo, leitura de texto para debates, e
registros, no qual para fechamento do
conteúdo os alunos fizeram em forma de peça teatral a representação daquilo que
tinham entendido. Ainda sobre a temática foram realizadas na turma do 7° ano,
também estudos sobre o dia da Data Magna, onde a turma teve envolvimento nas
atividades, realizando construção de cartazes, desenhos de personagens
históricos entre outros. Certo de que a professora fez um trabalho querendo
repassar o assunto principal, a valorização das origens, o respeito a
humanidade, as diferenças no meio social, no mais fecho este pequeno relato com
a seguinte frase “Enquanto a humanidade olhar o negro com os olhos e não com o coração,
o preconceito permanecerá o mesmo”.
Prof. Deuziran / Fatima Chaves.
Coordenadora - Regina Márcia
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