quarta-feira, 30 de julho de 2008

Relatório Capoeira da Escola "Canema" Dez - 2009

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http://cruzselounicef.blogspot.com/2008/12/relatrio-capoeira-da-escola-canema.html

Relatorio Capoeira da Escola Cajueirinho I

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http://cruzselounicef.blogspot.com/2009/01/i-festi-show-de-capoeira-em-cruz.html

Grupo de Capoeira Filhos de Cruz - Bela Cruz e Marco

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http://cruzselounicef.blogspot.com/2008/11/grupo-de-capoeira-filhos-de-cruz-em.html

Implantação - Grupo de Capoeira em Preá

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Organização da Frequencia do Projeto Capoeira da Escola

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Grupo de Capoeira Filhos de Cruz

http://cruzselounicef.blogspot.com/2008/10/grupo-de-capoeira-filhos-de-cruz.html

Capoeira na Festa de São Francisco em Cruz

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"FESTIVAL DE CAPOEIRA"

http://cruzselounicef.blogspot.com/2008/09/festival-de-capoeira.html

Projeto Capoeira da Escola nas Férias

http://cruzselounicef.blogspot.com/2008/06/projeto-capoeira-da-escola-nas-frias.html

Vídeo Capoeira da Escola em Tucuns

http://cruzselounicef.blogspot.com/2008/06/vdeo-capoeira-da-escola-em-tucuns.html

Projeto Capoeira da Escola - Imagens

http://cruzselounicef.blogspot.com/2008/06/projeto-capoeira-da-escola-imagens.html

Implantação do Grupo de Capoeira em Cajueirinho I

http://cruzselounicef.blogspot.com/2008/06/implantao-do-grupo-de-capoeira-em.html

Projeto Capoeira da Escola

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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Relatorio sobre Participação Politica e Orçamento Publico


Relatório da Participação Política de Adolescentes

O inicio dos trabalhos para a conquista do SELO UNICEF Edição 2008 deu-se com o encontro dos articuladores e os quatros mobilizadores e a coordenadora para o repasse dos respectivos temas: Participação de Adolescente na política e Orçamento Publico, Educação para a Convivência para o Semi Árido, Esporte e Cidadania, Cultura e Identidade Indígena e Afro-Brasileira, o publico constava dos diretores de todas as escolas e representantes da comunidade e adolescente estudantes do ensino médio.
A mobilizadora do tema Participação de Adolescente na Política e Orçamento Publico é a professora e educadora brinquedista Maria Silvany Rios que convidou 75 adolescentes e a Vanderli que participou do encontro do UNICEF em fortaleza ficou liderado o GAPOP (Grupo de Adolescentes Participando da Política e Orçamento Publica). Esse foi o nome que escolhemos logo na primeira reunião no dia 10 de Abril de 2008, na Biblioteca Publica Municipal Maria Inês de Farias. Os participantes do GAPOP eram alunos da escola Estadual São Francisco da Cruz e os integrantes do grupo do projeto Eu sou Cidadão-Amigo da Leitura, achamos muito interessante conhecer e debater esses temas e logo que a mobilizado nos entregou o material que era uma revista explicando passo-a-passo, a blusa, o crachá, uma pasta com um caderno personalizado e caneta ainda uns folhetos com mais informações sobre o assunto e o primeiro assunto era um pouco apresentado pais o período para o cadastramento eleitoral já estava próximo então combinamos para fazer a campanha para mobiliza todos os adolescentes que tinha a idade e que ainda não tinha tirado o titulo de eleitor e dividimos pequenos grupos e fomos fazer visitas as salas de aula do ensino médio e também nos anexos, falávamos primeiramente sobre a importância do SELO UNICEF para nosso município, percebemos como a maioria de nós é desinformada e desinteressado em coisa serias mais quando explicávamos e mostrávamos a revista e o Significado do GAPOP alguns queriam era participar também e agente chamava.
O trabalho do grupo era mais o menos assim, ficava combinado que em qual lugar que estivéssemos com muita gente, ali era feita a divulgação do nosso tema e principalmente da campanha para o envolvimento dos adolescentes na política e os da comunidade atravez de jornal mural exposto em postos de saúde e em comercio, falamos também nas reuniões de pais nas escolas e cada escola ter um representante do GAPOP, fizemos vários mobilização nas ondas do radio 06 de abril nó programa que já existe as quarta feira de 10:00 o 10:30 chamado Informativo Infantil programa Eu sou Cidadão-Amigo da Leitura, alguns colegas nosso pediam nas ruas mais informações de como tirar o titulo, e a gente se sentiu muito orgulhoso de ver que aos poucos o objetivo ia sendo alcançado.
Em outros encontros planejamos passeio para descontração do grupo, participamos das oficinas que a coordenadora e os mobilizadores ofereciam, oficina de confecção de jornal e de radio alguns dos encontros vem pouca gente, mais a maioria dos participantes vinham a todas as reuniões, estas eram sempre bem animadas com dinâmicas e no final um lanche e planejamento para outros encontros. Nas escolas os professoras trabalharam o tema em aulas de historia, língua portuguesa e arte como confecção de cartazes divulgando bem os trabalhos do tema participação de adolescentes na política.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Jogral - EEF João Lasdilau de Paulo Magalhães - Caiçara.

EEF JOÃO LADISLAU DE PAULO MAGALHÃES
CAIÇARA – CRUZ – CEARÁ

SOMOS AFRO – DESCENDENTES

Introdução – Som de Capoeira
(todos) Por que os heróis nunca são negros?

(Aluno 1) O problema não é ter heróis brancos ou loiros. O problema é só ter heróis loiros e brancos.

(Aluno 2) Quando se fala em África, qual é a idéia que vem à sua cabeça? Miséria, pobreza, atraso, doença, tribo, guerras?

(Aluno 3) Se a essa pergunta a sua resposta for sim, cuidado! Isso pode ser preconceito.

(Aluno 1 e 2) Preconceito! Você sabe o que é preconceito?

(Aluno 4) Preconceito é você ver de um lado uma foto de duas famílias vestidas exatamente iguais, uma família branca e outra negra.

(Aluno 1) Do outro lado uma casa grande e bonita, contrastando com uma casinha simples e pequena.

(Aluno 4) Qual é a casa da família branca e a casa da família negra?

(Aluno 1) Preconceito é uma idéia pré – concebida sobre algo. É uma opinião que você tem sem ter certeza... E descriminação?

(Aluno 3) Eu não vou participar do grupo daquele negro ali.

(Aluno 4) Eu não vou convidar aquela gente pobre pra minha festa.

(Aluno 1) Eu não falo com ela. Ela tem uma religião diferente da minha.

(Aluno 2) Descriminação deixa de ser só uma idéia e passa a ser uma atitude.

(todos) Somos filhos da África.

(Aluno 1) Não admitimos que a África só seja citada nos livros didáticas na carona do tema “escravidão”.

(Aluno 2 ) Gastamos um tempão estudando a Revolução Francesa, a Idade Média, a Independência dos Estados Unidos... e menosprezamos nossas origens.

(Aluno 3) A história milenar da África é retratada apenas durante os três séculos de escravidão. E antes? Como viviam os africanos?

(Aluno 4) Eles possuíam sua cultura. Tinham uma sociedade bastante organizada, mas foram arrancados de seus lares feitos animais.

(todos) Quem foi o verdadeiro animal?

(Aluno 1) O escravo ou o escravizador?

(Aluno 3) O mundo tem uma dívida grande com os africanos. Eu, Você, Nós. Abaixo o preconceito e a discriminação racial, chega!

(todos) E o Brasil?

(Aluno 4) Brasil, meu Brasil Brasileiro... (cantando)

(Aluno 2) O Brasil possui cerca de 76 milhões de negros. Isso representa algo em torno de 40% da população.

(Aluno 1) O Brasil precisa aprender a respeitar e valorizar a cultura africana. Isso até já virou lei.

(Aluno 2,3 e 4) Lei? Que lei? (admiradas)

(Aluno 1) O congresso algum tempo atrás aprovou a lei de nº 10.639 que torna obrigatório o ensino da história e cultura africana em todos os estabelecimentos de ensino.

(Aluno 3) Essa apresentação é conseqüência dessa lei.

(Aluno 4) Consciência e atitude. Preconceito zero.

(Aluno 1,2 e 3) Qual é a sua cor?

(Aluno 1) Branca? Negra? Amarela? Parda?

(Aluno 2) Não importa. O seu caráter não é determinada pela cor da sua pele.

(Aluno 3) É da mesma cor o sangue que corre em todas as veias.

(Aluno 4) Discriminar a raça negra é negar o nosso passado. É desconstruir o nosso futuro.

(todos) Vamos construir uma idéia diferente.

Final – Música “Vou dar a volta no mundo” – Daniela Mercury

PROJETO CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDIGENA DA E.E. F. JOÃO LADISLAU DE PAULO MAGALHÃES

PROJETO CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDIGENA

JUSTIFICATIVA

Desde o mais remoto dos tempos o convívio humano é marcado por conflitos, desigualdades e tudo o mais que possa está ligado às diferenças existentes entre eles.
O preconceito é um dos problemas vivenciados com mais freqüência. Este é passado de geração a geração, levando consigo a hostilidade e o sentimento de exclusão, levando a humanidade se dividir em grupos, onde muitos se conceituam como “superiores” ou “melhores”.
Trabalhar a cultura afro-brasileira e indígena permitirá a nós enquanto Escola está promovendo um resgate aos seus costumes e tradições, procurando está sensibilizando a população local da influência e da importância que a cultura africana e indígena tiveram ao longo dos tempos em diversos setores de nossa sociedade. Vemos também neste projeto a oportunidade do resgate as contribuições dadas por esses povos a nossa língua, culinária, costumes...
Enquanto instituição educacional, as ações aqui descritas nos permitirão também está permitindo que a promoção da cidadania se faça presente em nosso cotidiano e consequentemente no currículo escolar. Fato esse que nos norteará rumo à conscientização sobre a igualdade entre os povos. E nos fará refletir ainda sobre a questão das diferenças. Mostrando que elas existem e são necessárias para que nossa população tenha essa diversidade cultural tão rica e admirada no âmbito internacional.
Abolir o preconceito, certamente não se conseguirá, mas esclarecer, amenizar e levar o aluno e a comunidade civil a uma analise sobre suas ações, constituirão o norte seguido por nós rumo à sensibilização e conscientização para uma população mais igualitária onde prevaleça acima de tudo o respeito.


OBJETO SOCIAL DO CONHECIMENTO

LINGUAGENS E CÓDIGOS:

Língua Portuguesa;
Artes;

CIÊNCIAS NATURAIS:

Matemática;
Ciências;

CIÊNCIAS HUMANAS:

História;
Geografia;
Obs: interdisciplinaridade com educação religiosa e educação física.


OBJETIVO GERAL

Promover ações de resgate a cultura e a história dos povos africanos e indígenas, buscando fazer uma contextualização entre realidade nacional e realidade local.

OBJETIVOS ESPECIFICOS

Promover através da conscientização uma convivência harmônica entre as diferenças existentes na escola;
Combater o preconceito relacionado à raça negra e indígena;
Divulgar a influência que a cultura afro e indígena exerce sobre nossa cultura;
Promover uma maior integração dos descendentes destes povos no convívio social;
Conhecer as descendências de raças que constituem a população local;
Permitir que os alunos tenham um maior contato com a história de suas raízes;
Sensibilizar e conscientizar os alunos e comunidade civil quanto à descriminação racial;
Promover a cidadania e a questão da igualdade entre os povos.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Muitas poderão ser as formas de abrangência do tema em sala de aula. Dentre tantas elas podemos citar desde pesquisas, exploração dos conteúdos, ate manifestações de arte e cultura desses povos. A seguir estão uma série de sugestões para se trabalhar a cultura afro e indígena dentro do contexto escolar:

Realizar pesquisas direcionadas ao povoamento da região, dando um enfoque também as influências observadas em nossa cultura decorrentes dele;
Montar um dicionário da cultura negra e indígena baseados nas palavras vivenciadas em nossa região;
Representar através de teatro as diferentes culturas e raças existentes e também os preconceitos por elas vividos;
Fazer uma pesquisa de amostragem, sobre a quantidade de pessoas que se declaram negra no lugar onde moram, fazendo em seguida um gráfico o qual pode ser trabalhado nas aulas de matemática;
Fazer uma pesquisa sobre as formas de preconceitos vivenciadas pelas pessoas que se declaram descendentes de africanos ou indígenas;
Montar um painel com figuras que ilustrem a arte, a cultura afro-brasileira e indígena, procurando dar destaque aquelas que são mais presentes em nosso meio;
Trabalhar letras de músicas (sugestão - Pe. Zezinho);
Trabalhar filmes que retratem o cotidiano destes povos, seja na atualidade, seja no passado (sugestão – cultura indígena – Tainá 02), DVD’s Tv Escola – discos: 22, 47, 48, 49, 50 (vol. II);
Estudar a vida de pessoas ilustres que descendem desses povos, assim como Zumbi dos Palmares, João Candido, entre outros;
Palestra sobre Diversidade Cultural;
Trabalhar historinhas infantis que retratem a cultura destes povos.


RECURSOS HUMANOS:
Professor, núcleo gestor, alunos, pais, comunidade civil e funcionários em geral, órgãos públicos - IBAMA;

MATERIAIS:
Aparelho de DVD, cd’s, aparelho de som, Internet, computador, cartolinas, tinta guache, caderno, caneta, livros, pincéis, figuras, filmes, entre outros;

AVALIAÇAO:

O processo avaliativo se dará gradativamente, buscando analisar o comportamento dos discentes frente as questões colocadas em sala e também relacionadas ao convívio escolar.

CRONOGRAMA DE AÇÕES

DATAS
AÇÕES

05/08

Explanação em sala do tema cultura afro-brasileira e indígena

Palestra – Diversidade cultural

Pesquisas quantitativas e de amostragem

Decorrer do ano letivo

Atividades envolvendo arte, cultura, culinária , língua ...

08/08

Minidicionário da língua indígena e africana

Painel de figuras representando a cultura e arte afro brasileira e indigena
No decorrer do ano letivo

Apresentação de filmes

No decorrer do ano letivo

Trabalho com letras de música

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Relatório de Frei Jorge

Relatório

No dia 13 de junho de 2008, a EEF Manuel Antônio da Silveira, realizou uma manhã diferente. Com todos os alunos dos turnos da manhã e tarde desde o 1° ao 9° Ano, em prol do selo UNICEF que é constituído com as seguintes temáticas: Esporte e Cidadania, Cultura e Identidade Afro-Brasileira e Indígena , Educação para o Convivência com o Semi-Árido e Participação Política.


Para início, os alunos do 8° ano promoveram uma exposição cultural, a qual, foi debatido os seguintes temas: Culinária, Danças, Artesanato e Religião.


Foi apresentada muitas outras apresentações, relacionadas ao SELO UNICEF e a escola teve como convidado o mobilizador do esporte e cidadania , Edvaldo Edson Muniz.
Terminada as apresentações como danças, paródias e poesias. O Edson realizou várias brincadeiras.

Eu tive um amplo conhecimento sobre a culinária do nosso povo, que já vem de muitos anos atrás e sobrevive até hoje. Também que a nossa cultura não está no passado, e sim no presente dentro de cada um de nós.

Aluno: Andréia Mairara da Cunha
EEF Manuel Antônio da Silveira
Frei Jorge
Cruz-Ce


Relatório do Festival de Cultura de Paraguai

Relatório
Apresentação no IX Festival de Cultura da EEF João Evangelista da Cruz


A EEF João Evangelista da Cruz com a intenção de trabalhar a cultura local baseada nas raízes de nossos antepassados e aproveitando os temas do Selo Unicef programou alguns números artísticos para está apresentando no dia do seu IX Festival de Cultura. Foram envolvidos alunos do ensino fundamental I e II, professores e alguns voluntários da comunidade.
· Apresentação sobre a cultura afro-brasileira – para organizar esta apresentação precisou fazer pesquisa sobre danças afro, músicas de acordo com cada apresentação, vestuário ligados a cultura e muitos ensaios.

Estamos envolvendo alunos, ex-alunos da escola, no total de vinte e dois (22) componentes. Na apresentação mostrou a baiana representando um pouco da religiosidade herdada dos negros, os capoeiristas fazendo uma pequena demonstração da capoeira, as passistas representando o samba de roda que hoje conquistou o Brasil inteiro, e o grupo de meninas apresentando a dança afro. Como abertura entraram duas crianças com o mapa da África. No final da apresentação duas adolescentes entraram com uma faixa que dizia “ Dentro da Cultura Africana encontramos o Brasil” e por ultimo uma criança, caracterizada de africana, com a bandeira do Brasil confirmando que o Brasil está dentro da África assim como a África esta dentro do Brasil. Na entrada estavam dois adolescentes negros com suas lanças representados os guardiões. Todos os participantes negros ou brancos estavam caracterizados de africanos. As meninas todas de trancinhas. E o curioso é que ninguém se recusou a se caracterizar assim, pelo contrário, até gostaram.

· Dança da Ciranda – esta apresentação era composta por seis (6) pares de adolescentes. Para organizá-la foi preciso buscar em outras fontes músicas do ritmo que combinava com o tipo de dança, organizar as roupas de acordo e claro, ensaiar bastante. O objetivo de apresentar esta dança foi para mostrar um pouco das danças folclóricas do Semi-Árido que por sinal são belas. Pois a ciranda é uma dança folclórica de Recife (PE) pertencente à região do semi-árido :

· Apresentação de Drama – o Drama que é um evento típico do semi-árido foi apresentado para mostrar o humor dos nordestinos bem como resgatar esta cultura (DRAMA) que está um pouco esquecida. O mesmo foi apresentado por um grupo de quatro (4) pessoas: três professores da escola e uma aluna do 9° ano.

· Rainha – precisando arrecadar fundos para a escola professores e núcleo gestor tiveram a idéia de escolher quatro (4) rainhas da escola (alunas) cada uma representando um tema do Selo Unicef para estarem pedindo contribuições na comunidade. Cada uma vendia símbolo que lhe representassem. A rainha do esporte vendia bolinhas, a do semi-árido o milho, a da participação política bonequinhas e a da cultura afro-brasileira cochas e búzios. No dia do evento todas se apresentaram caracterizadas com o tema que representava. A vencedora foi a rainha do semi-árido a que arrecadou mais dinheiro para a escola. Pois este era o critério avaliado.

Incluindo os preparativos, pesquisas e ensaios até o dia do evento. (22 de Junho) precisou de um mês para que todo ficasse pronto. Foi uma experiência que exigiu esforço e dedicação, mas que valeu a pena.

Parodia da EEF Leopoldo Manoel de Medeiros

Esta rua
Eu já sei respeitar meu coleguinha
Eu conheço, eu conheço muito bem
Sua cor, foi Deus que fez assim
Por isso, não critique a ninguém.

Por que Deus ama todos as pessoas
Não importa a cor que ela é
Tem o preto, tem o loiro e o branco
Mas Deus ama todos elas como é

Esta paródia foi apresentada por um grupo de alunos do 3° ano, da EEF Leopoldo Manuel de Medeiros, da professora Maria Gorete Silveira.

Estudo para pesquisas de Campo - Paulo Freire

Na luta pela conquista de mais um Selo Unicef para o município, a escola Paulo Freire esta se mobilizando promovendo eventos culturais como quadrilhas juninas e capoeira, realizando trabalhos em sala de aula e fazendo pesquisas de campo. Já foram várias entrevistas sobre a cultura afro-brasileira e indígena nas localidades de Anigas, Maçaranduba, Poços e Jenipapeiro.

Entre elas citamos: Bumba-meu-boi, cantoria, cordel, quadrilhas juninas, capoeira, artesanato de palha, crochê, cerâmica, cestaria, espressões e vocábulos, mitos contos e lendas, pesquisou-se também sobre lideranças e personalidades da localidade. Esse trabalho trouxe muitos conhecimentos, pois, através do mesmo os alunos passaram a conhecer melhor sua origem, seus costumes e, enfim, sua história.

Centro de Educação Básica Paulo Freire